CAFÉ EXPRESSO

Janeiro 18 2017

Resultado de imagem para necessidade de afirmação

 

Tenho andado a pensar sobre a questão da necessidade, que algumas pessoas (cada vez mais) demonstram, de afirmação. É a afirmação do eu. Eu sei (de cultura geral ou conhecimento técnico). Eu tenho (bens materiais). Eu faço (coisas que muito poucos podem fazer). O eu de cada um é, assim, constituído por tudo o que cada um sabe, tem ou faz. E é através destes elementos que, do lado de fora, se observa o eu das outras pessoas. E é por isso que as pessoas tendem a sublinhar tais elementos. Falo de relações que não são de amizade ou amor.

 

Creio que a questão aqui é de balanço. Se não há balanço, os indivíduos tornam-se, num primeiro ponto de análise, extremamente chatos. O balanço faz-se através de um processo cujo objetivo é evitar a colisão dos eus. Portanto, quando há quem exagere há sempre quem se chateie.

 

Por vezes, no entanto, ocorrem duelos. Quando um eu se está a afirmar e o eu recetor se torna em emissor, como é próprio do processo de comunicação, e faz o mesmo de volta. Porque também é um chato.

 

A minha questão ao escrever estas coisas tem a ver com o que eu gostaria de dizer sobre as mesmas. E que é: não vale a pena insistir nesta conduta. Toda a gente percebe que a necessidade de afirmação tem a ver com a busca de afeto e tem na origem a falta de afeto. E que, portanto, ninguém é imbecil ao ponto de se meter a dar afeto a um chato.

 

publicado por Cat2007 às 16:44
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Janeiro 17 2017

Foto de Catarina Veiga Miranda.

 

Alguém anda a dizer-me que tenho que ler três páginas de um livro. Três páginas que falam da abstinência do álcool. Por acaso tenho bastante curiosidade. É natural que tenha havido ataques de pânico. Tenho curiosidade em saber como outras pessoas, para além de mim (que há muito tempo tive disso), foram vítimas, lidaram e ultrapassaram crises de pânico.

 

Não estou a falar deste assunto para me por agora com considerações sobre o mesmo. Sobre o pânico. Apenas queria dizer que vou ler aquelas três páginas. Até porque acresce que vivi em tempos com uma pessoa que era alcoólica. Vou documentar-me mais um pouco. Embora seja certo que nunca assisti a uma crise de abstinência.

 

Não obstante o que fica dito, sempre é certo que não vim aqui para tratar de temas desagradáveis. Agora o que me apetecia era escrever sobre coisas divertidas. Certa vez, uma pessoa, que é fisioterapeuta num hospital, contou-me que lhe sucedia, por vezes, fazer manipulações a pessoas mortas. Por não ser possível aperceber-se do facto. Com efeito, eram pessoas que estavam nos cuidados intensivos. Creio que há qualquer coisa de divertido nisto.

 

Hoje de manhã passou no rádio do carro o Rehab da Amy Winehouse. Há muito tempo que não ouvia. Adorei. E fiquei a pensar (como é obrigatório) no lugar comum: o desaparecimento dela foi uma perda enorme.

 

A propósito, de manhã gosto de ir a ouvir umas pessoas que falam imenso e que dizem piadas sem graça nenhuma, bem como escolhem músicas (a maioria das músicas) que não me apetece. Creio que devia analisar isto. E analisando, concluo que me é necessário fazer o caminho para o trabalho já mergulhada numa realidade semelhante à que eu vou encontrar. Não que vá ouvir música ou alguma coisa do género. No entanto, o espírito é o mesmo.

 

Sempre detestei estar perto de gente mal-humorada. Não que tenha necessidade de estar perto de pessoas cheias de bom humor (embora aprecie bastante). Mas gente mal-humorada faz-me bastante diferença. Tendo a ficar desgastada. Logo irritável, como as crianças. Mas tento disfarçar, ainda assim. Na verdade, não vejo razão para não sermos sempre cordiais e bem-dispostos. Mesmo que as coisas não estejam a correr muito bem. Todos temos problemas. E todos haveremos de ter sempre problemas. Eu faço um esforço. Creio que, quanto mais chatices tenho, mais agradável me torno. O que faz todo o sentido. Quanto maiores os problemas menores as nossas capacidades para os resolver. Quando as coisas me fogem das mãos, dá-me para rir. É por causa do alívio de saber que não posso, logo não vou, fazer nada.

 

publicado por Cat2007 às 16:03
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Dezembro 15 2016
 
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Fiquei a pensar que a fotografia do macaco no post anterior pode dar lugar às interpretações mais diversas e causar alguma apreensão sobre a relação do símio com o tema. O que sucede é que não sou grande coisa a escolher imagens e lembrei-me do macaco porque o meu amigo ali mencionado falou de calos no rabo do macaco, sendo que este era ele. Assim, confesso que detesto a foto em conjugação com o tema. Não obstante, não a vou retirar porque não sei o que haveria de pôr ali.

 

Ainda a propósito do tema da maturidade, gostava de deixar claro que, sendo verdade que aquela está ligada à idade, sempre é certo que não se trata de virtude de pessoas idosas.

 

Posto o que antecede, deveria agora falar de outra coisa qualquer. No entanto, para já, estou aqui a comer umas bolachinhas com cereais. E vou agora abrir um iogurte líquido. Na verdade, o meu almoço foi uma maçã. Daí que está tudo explicado.

 

Gostaria de falar um bocadinho sobre música. Ao dizer isto, ocorreu-me a Maria João Pires e Mozart. Uma conjugação perfeita. Há uns meses estive a estudar insistentemente alguns assuntos complexos, tendo contado com a ajuda de ambos aqueles. Sem dúvida que a música altera o estado de espírito. E não o estado de alma. Porque a alma é a energia vital e o espírito é a forma que essa energia assume dentro de nós. Inalterável em alguns, muito poucos, aspetos. Modificável em quase tudo. Mas isso, sendo verdade, não tem nada a ver com o facto de o espírito ter estados. Os estados do espírito são os seus humores, os quais são, por natureza, inconstantes. E é aqui que a música entra. Mas também podem entrar outras coisas designadamente gritarias, implicações e barulhos.

 

publicado por Cat2007 às 15:27
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Dezembro 14 2016
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Porque hoje me contaram sobre atitudes incrivelmente infantis de pessoas adultas, fiquei a pensar no que será a maturidade. Embora entre a infantilidade e a maturidade exista um estágio intermédio, que normalmente ocorre na adolescência (a qual, ao contrário do que se possa pensar, vai para ai até aos vinte e cinco anos), e é um hibrido. Um hibrido de infantilidade (que inclui coisas boas como a pureza de sentimentos), estupidez e imensa vontade de viver.

 

Bem sabendo que as crianças são capazes do melhor e do pior no seu melhor e no seu pior, sempre me intrigou o facto de ver os adultos que se infantilizam nas suas atuações a cair invariavelmente no espetro da maldade infantil.

 

Mas sobre a maturidade, a maturidade tem a ver com a calma, creio. Embora existam pessoas maduras que podem ser bastante exaltadas. Mas isto é do sistema nervoso. Quando falo de calma, quero dizer que existe um entendimento de que há tempo para as coisas e para cada coisa. O que não deixa de parecer contraditório porque a maturidade está inelutavelmente ligada à idade, sendo certo que, deste modo, o maduro tem menos tempo para esperar que o imaturo. Mas não é contraditório. Na verdade, maturidade também é saber relativizar o tempo. E saber aproveitá-lo melhor, já agora.

 

A calma de que falei adquire-se com a experiência. Um amigo meu dizia que era um “macaco com calos no rabo”. Compreende-se assim que se fartou de levar pontapés no dito. Portanto, a experiência resume-se à vivência de um conjunto de acontecimentos que todos juntos são representativos de um enorme enxerto de pancada. Claro que estou a referir-me à experiencia enquanto conhecimento da forma de atuar própria em relação ao desconhecido que pode, em perspetiva, ser mau ou trazer chatices ou meros incómodos.

 

Com certeza que também existem as boas experiências. Aquelas que não fazem mal ao rabo mas alimentam positivamente o espírito. E o lado bom do espírito das pessoas maduras, se for grande, torna-se parecido com os bons e puros sentimentos das crianças.

 

publicado por Cat2007 às 17:08
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Dezembro 13 2016

 

Sempre me importou saber-me inteligente. Porque achava que se o fosse perceberia sempre tudo o que estivesse ao meu alcance para perceber. E isto é importante porque sou uma controladora.

 

Devo dizer que os controladores, quando estão cansados, começam a mexer-se menos. A ter uma atividade menor. A não se exporem a eventos novos. Que é para terem um menor número de coisas para controlar.

 

É, sem dúvida, por ser uma controladora que, sempre que entro num avião, coloco seriamente a hipótese de poder morrer naquela viagem. É que não controlo o processo. Assim, para me ajudar a “descontrolar”, tomo sempre uns quantos xanax. Tomados os comprimidos e a decisão, fico mais aliviada. De tal forma que durmo imediatamente logo que chego ao ar.

 

Quando estou à espera de notícias importantes, alargo o meu pensamento sobre todas as possibilidades do espetro. Vou desde a sensacional à mais profundamente derrotista. Portanto, observa-se que a uma controladora não faltam motivos de distração. Formas de ocupar a mente. Atividade.

 

O problema de ter a mente sempre ocupada é que não sobra espaço para não pensar. Não pensar existe. Existe o não pensar antes, melhor dizendo. Não pensar antes da emoção mas a seguir à mesma. Desconheço este processo em termos de habitualidade. Não o desconheço das vezes em que sou apanhada de surpresa. Com efeito, eu tenho muito o hábito de pensar no que vou sentir (creio que é para me controlar a mim mesma), pensando em como será que as pessoas costumam sentir.

 

A questão é que me surpreendo sempre a não sentir aquilo que tinha pensado. Por isso era escusado ter-me cansado tanto. Normalmente, fico bastante calma com as notícias que vêm. Mesmo que sejam excelentes ou muito más.

 

publicado por Cat2007 às 17:30
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Dezembro 12 2016

Resultado de imagem para amizade entre gays  e mulheres

 

A amizade é uma relação de solidariedade e lealdade, baseada na qualidade das afinidades encontradas e na profundidade das experiências partilhadas ao longo do tempo que fundamentam um sentimento de amor que exclui a atração física e não tem como objeto os nossos pais, irmãos ou outros familiares próximos.

 

Existe esta mulher loura de cabelos compridos, com uns quilitos a mais do que o average, cuja voz é como a de uma bonequinha de filme de terror (daquelas que ganham vida e assassinam as pessoas insidiosamente), a qual se torna irritantemente expressiva quando ela diz “olá”. Esta mulher alta costuma vestir umas camisolas sem ombros (por vezes com lantejoulas) e calças justas a definir as grossas coxas. Tanto quanto sei, ela sente-se designadamente atraída por um madeirense de olhos verdes com cara de cafajeste, que praticamente foge dela. Em sua companhia (da mulher) surge frequentemente um pequeno gay de pele muito branca, faces rosadas e de voz fina que, quando fala, parece que vai rimar a todo o momento (digo isto por causa do tom declamatório). Ela tem mais de quarenta e ele não tem trinta.

 

Ao que julgo saber, ela diverte-se com a maneira de ser dele. Um rapaz muito desempoeirado, de piada pronta, um tanto provocador e, não obstante, com a sensibilidade à flor da pele. Ele, por seu lado, nomeadamente, deslumbra-se com a experiência dela (profissional e de vida), vibra com as conversas que têm sobre os homens que agradarão certamente a ambos e também sobre aqueles em que os gostos divergem e adora trocar impressões com ela sobre roupa e make up. Creio que, neste momento, por tudo o que os une, já são confidentes um do outro no que essencialmente diz respeito aos intricados detalhes das respetivas vidas amorosas.

 

Posto tudo o que antecede, e contrariando um vasto número de casos que são evidências, quero firmemente acreditar que existem relações de amizade entre homens gays e mulheres heterossexuais.

 

publicado por Cat2007 às 17:54
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Dezembro 09 2016

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Eu não respondo a nada sem ir estudar o assunto primeiro. Seja lá que matéria for. Aprendi isto no estágio de advocacia. Mas serve para todas as situações da vida. Hoje um tipo mencionou em tom baixo e um tanto titubeante que era fácil responder a uma coisa que eu não respondi. Fiquei irritada com o facto. O que me irrita solenemente. Por qual razão não consigo eu ficar indiferente a estas coisas se sei das minhas razões? Porque não reajo bem às agressões. E isto foi uma agressão. O tipo queria lá saber da resposta. O que queria era deixar vincado é que eu não respondi a uma questão fácil. Como se eu fosse ignorante/incompetente. Ora, uma vez que eu não lhe fiz mal nenhum, com exceção de facto de viver e respirar, devo concluir que a agressão em causa foi gratuita. E, portanto, reformulando a minha afirmação anterior, devo dizer que não consigo lidar bem com agressões gratuitas. É como se um pouco da minha fé na humanidade se esboroasse um bocadinho. Isto por razões óbvias que me escuso de estar agora aqui a explicar.

 

Uma vez vieram aqui fazer comentários ao blog. Disseram que eu devia escrever sobre coisas positivas. Não sei se entendi muito bem. Talvez devesse deixar aqui alguns poemas sobre o amor correspondido, embora bem saibamos que a poesia de qualidade, quando fala de amor, fala sobre os tormentos da alma. Talvez devesse falar de ir às compras, embora bem saibamos que o SPAM sobre o assunto enche diariamente as caixas de correio eletrónico e outros sítios virtuais. Talvez devesse falar sobre o dia bonito que está hoje, embora bem saibamos que o assunto do tempo só serve para meter conversa à falta de melhor. Talvez devesse explicar como é bom ter saúde mas não o faço pela mesma razão que não digo como me é importante o meu braço direito, sendo eu canhota.

 

publicado por Cat2007 às 16:34
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Dezembro 07 2016

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No âmbito de uma consulta, e na sequência da realização de uns exames no Hospital da Luz, a ginecologista do mesmo hospital só me disse coisas assustadoras do tipo: “Tumor é e parece benigno mas temos dúvidas”. E mais: “Nestes casos em que não temos a certeza, remove-se o tumor e depois mandamos para análise”. E ainda: “Vai repetir os exames e fazer uma análise aos marcadores tumorais”.

 

E é assim. O pânico instala-se. Não me imaginei morta mas andei a fantasiar sobre a possibilidade de ter que fazer uma intervenção cirúrgica e, posteriormente, quem sabe, alguma quimioterapia. Vi-me, pois, um bocado triste e alheada das coisas normais da vida.

 

Na segunda-feira passada, uma médica muito competente que me observou ao detalhe, com a ajuda de tecnologia de ponta, concluiu o seguinte: “ Não. Não tem nada de interessante. Esse quisto aparece na idade reprodutiva e vai tê-lo enquanto tiver o período. Depois disso desaparece por si. Volte cá daqui a um ano para os habituais exames de rotina”.

 

Assim sendo, ouvi da boca desta médica a melhor notícia de todas as notícias que podia esperar sobre o assunto. Não estou habituada a isto de receber a melhor notícia de todas as notícias que é possível receber sobre um mesmo assunto. Por esta razão, fiquei um bocadinho confusa. E só tinha pensamentos do seguinte género: “Mas, então, e a ressonância magnética, não é preciso, afinal? E nem uma operaçãozinha vou fazer?”. Foi por causa destes sentimentos que andei calada e pensativa o dia todo.

 

Hoje é diferente. Estou grata e sinto-me uma pessoa com muita sorte.

 

Quanto ao Hospital da Luz, estamos conversados.

 

publicado por Cat2007 às 16:01
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Novembro 30 2016
 

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Durante o almoço fiquei a saber que b costuma ir jogar paddle com A. Ora se A está muito acima de b, apesar de b ser mais alto do que A, isto não é normal. Com efeito, não faz sentido, no paddle e em outros jogos, que um dos jogadores esteja a atirar bolas lá de muito alto para o outro tentar apanhar. O mais natural é que b perca os jogos todos. E, assim sendo, pergunta-se: qual é o interesse de A em jogar paddle com b? É que entende-se muito bem que b tenha interesse no jogo nestes termos porque está a tentar evoluir, sendo certo que, de vez em quando, também pontua. Mas, repete-se, então e A? Bem, A gosta de ganhar. Não importa em que circunstâncias. A está habituado a ganhar. E a ser felicitado por isso. E é para isto que b lá está. Para perder e felicitar A por lhe ganhar sempre. Acresce, por outro lado, que A precisa de ter companhia para jogar paddle. Porque não se pode jogar o jogo sozinho, uma vez que não é uma paciência. Nestas circunstâncias, A só joga com b quando outras letras maiúsculas do abecedário não estão disponíveis porque, por exemplo, foram todas para o scrabble.

 

Sem rejeitar a ideia de que possam nascer e frutificar afetos entre A e b por causa da convivência no paddle, tenho que dizer que estas coisas não servem para mim em nenhum dos papéis. Em primeiro lugar, porque não gosto nada de paddle (creio que estraga o ténis), em segundo lugar, porque vi O Sentido da Vida e, em concreto, aquele patético jogo de rugby realizado entre professores e alunos e em terceiro lugar porque nunca iria a Roma para ver o Papa, quanto mais beijar-lhe a mão.

 

publicado por Cat2007 às 16:14
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Novembro 29 2016
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Hoje esqueci-me de tomar a segundo café da manhã por volta das dez. Comecei a trabalhar bem mas depois a coisa deu-se. A quebra. Assim, veio a desconcentração. A seguir o alheamento. E depois os pensamentos negativos.

 

Porém, na verdade, só a desconcentração tem a ver com a falta de cafeína. De resto, o resto tem a ver com um problema chato. De facto, quando não consigo segurar o pensamento positivo, fico alheada e pessimista. É claro que, se os níveis de cafeína estivessem no ponto certo, as coisas não seriam assim tão más.

 

Mas uma vez que foram, ou seja, uma vez que me esqueci de tomar o café, aconteceu-me uma coisa quase inédita. Partilhei a minha questão com outra pessoa. E ouvi uns quantos conselhos. Tudo coisas que me deixaram mais preocupada ainda. No entanto, foi-me transmitida uma certa energia. Assim, resolvi dar passos no sentido da solução das coisas. E dei. No entanto, sublinho, o problema de partilhar os problemas é que eles como que se materializam no ato, parecendo assim que ficam mais consistentes e também maiores.

 

Certo dia fui com uma amiga que bebia muito a uma reunião de AA. Não me lembro de muita coisa que por lá ouvi. Mas houve algo que me ficou no ouvido. Todos os AA que partilharam disseram que, na fase da vida em que bebiam, não abriam o correio.

 

publicado por Cat2007 às 16:11
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