CAFÉ EXPRESSO

Abril 10 2011

 

 

E tudo começou assim: “Em tom irónico, um colunista do Financial Times (FT) sugere que Portugal se anexe ao Brasil para resolver a crise da dívida financeira. A edição britânica do jornal económico admite só ver vantagens se Portugal fosse uma província do país sul-americano. Ao ser o 27º estado brasileiro, o país luso passaria a pesar mais no Brasil do que no conjunto europeu. Ora, o desemprego no Brasil é de pouco mais de 6%, em Portugal supera os 10%. A dívida pública em terras brasileiras ronda os 60% do PIB e em Portugal bate nos 90%. O Financial Times considera Portugal um país problemático, sem governo e com alta resistência à austeridade, além de ter um fraco desempenho económico”. Estou a citar a TSF online.

 

Isto é uma vergonha. Ponto. Mas agora não temos argumentos. Temos culpa. Não somos melhores do que no momento somos. É bom que o sentido certo da cidadania desça sobre nós e mudemos os nossos governos. É bom que nos preparemos para começar a participar na governação do nosso país. É bom estarmos agora muito fodidos. Que é para ver se mudamos a mal uma má atitude que já se estende por tempo demais. Mas isto sou eu a falar. Não é agora o FT e uma brasileira da vida que nos podem humilhar. Porque não podem. A vergonha vem da consciência. E a consciência vem de nós, sendo sublinhada por tudo de mau que nos venha a acontecer. Os problemas são nossos para os sofrermos na pele. Os outros que se metam na sua vidinha. Se faz favor.

 

Mas não. Como sabemos, não se metem. Por isso aparece uma brasileira chamada Viridiana Monticelli, que trabalha nos mercados de capitais e dívida da Ibéria (?). Escreve, de Madrid e não de uma qualquer cidade brasileira, uma carta para o referido jornal onde se exprime nos termos citados pela Clara Ferreira Alves na Pluma do Expresso deste sábado. E de que agora me aproveito. Reza convictamente Viridiana: faz todo o sentido que o Brasil anexe Portugal “de um ponto de vista económico”. 

 

E prossegue: “Porque lhes resta pouco do que foi em tempos Portugal de um ponto de vista cultural”. Até agora não sei se percebi bem onde queria chegar com a mistura da economia com a cultura. Deve ser porque sou portuguesa. Mas talvez sim. Afinal, talvez tenha lá chegado. Penso que a coisa tem a ver com a questão da língua e com o desejo furioso que os brasileiros sustentam de, na sua extraordinária mentalidade, se tornarem definitivamente independentes. Assim como se não fossem. Ou seja, de cortarem de vez esta pelos vistos muito incómoda ligação que mantêm connosco. De facto: “A televisão brasileira transformou a língua portuguesa tornando-a irreconhecível”. Bem, eu sou “gente simples” de um “país simples”, lá está. Então não saberei muita coisa. Tenho de fazer perguntas e suspender afirmações por agora. Faço uma pergunta “simples”: se a televisão brasileira tornou a língua portuguesa irreconhecível como consigo eu continuar ler sem sobressaltos quaisquer publicações brasileiras?

 

Bom, só se dona Viridiana está a falar do português falado. Neste caso, o meu pensamento "simples" indica-me que o português se transformou completamente no Brasil porque os brasileiros não lêem nada. Só vêm televisão, portanto. Se é assim, é bom, que eu ainda tenho umas quantas em casa e não sou invejosa, apesar de pobre. E como dizia um entrevistado sem os dentes da frente durante a última campanha presidencial brasileira, “com o Lula e com à Djiiilmááá, pobre já tem um tv em côriiis”.

 

Imagino portanto que desejam falar brasilês. Como poderia muito bem dizer a Dilma do alto da sua intelectualidade pungente emoldurada e expressa no melhor estilo lori driver que se conhece. Sorridente, mas firme. Braço forte é o que tem. Felicito-a. Os camionistas são uma grande classe. Só os franceses conseguiram paralisar a Europa inteira de uma vez que decidiram concentrar-se numa greve.  E no fim, como Dilma sempre faz, acredita-se, alcançaram os seus objectivos. Os camionistas franceses conhecem os seus direitos e sabem do poder de negociação de que dispõem. Eu diria que são uns intelectuais tal qual a Dilma.

 

Com a afirmação que antecede tento aproximar-me desavergonhadamente do Augusto paulista, “especialista em branding de países” a trabalhar em Londres e não no Brasil. A ver se fico a parecer "menos simples, mais esperta e um pouco menos coisa nenhuma”. Por outro lado, no mais e ao que consta, os brasileiros adoram “Párisss”. Creio pois que estou a cumprimentá-los a todos e um por um ao comparar a sua “presidenta” (?) a um vigoroso porém certamente chiquíssimo condutor de camiões gaulês.

 

Pois o que está a dar no Brasil é de facto a cultura americana e a francesa quando se trata de chiquezas. Sobre a cultura brasileira, sei de fonte segura que os brasileiros que se consideram melhores que os outros brasileiros detestam samba. E quando não detestam, têm vergonha de dizer que gostam. Eu cá adoro. Faz-me vibrar.

 

Mas dona Viridiana fala sobre a cultura portuguesa para dizer que “Digerimos a influência cultural deles e cuspimo-la de um modo muito (latino) politicamente incorrecto: os portugueses são os primos inferiores e foram sempre objeto de gracejos rudes no Brasil… não conseguem imaginar a escala da humilhação que os brasileiros inflingem diariamente ao orgulho nacional português, por maldade e sem descanso. É um desporto nacional, parte do ser brasileiro”. Bom. Eu vou continuar aqui na minha simplicidade. Entenda-se que quem não consegue imaginar são os senhores do FT. Estes, por sua vez, deviam estar estupefactos com tanta falta de classe publicável. E, cínicos, publicaram.

 

Simplesmente pergunto: e isto é ou não é um tiro no pé com bala de canhão? Dona Viridiana das finanças afirma-se com todas as letras uma pessoa malcriada, incorrecta, sem educação e sem moral. Que é como acha que todos os brasileiros são e devem ser. Manifestou tácitamente dois desejos: voltar a repetir o malfeito e ficar bem vista junto dos ingleses do FT. Porque são ingleses e superiores aos brasileiros, segundo as mais íntimas convicções de dona V. Não tem nada que enganar. Amanhã vai tentar mandar uma cartinha para o Liberation, a ver se também simpatizam com ela por lá. "Páriiis", pois.

 

No fundo, a senhora acha que os europeus são todos estúpidos. Só a convicção íntima da sua própria pobreza e a do seu país é que a impedem de gritar isto bem alto. Tem esperança que um dia o possa fazer, no entanto. A inveja dos pobres segundo Bukowsky é personificada por V do Brasil.

 

Ainda sobre cultura, lembro também que esta brasileira, se quis, teve que escrever a cartinha em inglês. Porque o português não se lê em lado nenhum. Quanto mais o brasilês desejado. É assim. Mas, porém, a cultura portuguesa está impregnada até ao tutano no ser brasileiro. E isto fere os brasieiros do calibre V, como se nota: “é um desporto e parte do ser brasileiro humilhar diariamente, por maldade e sem descanso”, apenas pessoas comuns de origem portuguesa que vivem, trabalham e amam o Brasil. Tenho vergonha pelos brasileiros que se revêem nas palavras desta Vi. Se forem muitos, pior para eles. Nenhum desses actos é susceptível de ferir o orgulho de um país, como é evidente. Que burra! Diz "uma pessoa simples, não muito esperta".

 

Devo acrescentar que a minha ex-empregada brasileira Edna não sabia o que era um microondas, o que não me fez sentir menos respeito e estima por ela. Tanto que regressa agora a Portugal para trabalhar vinda precisamente de Inglaterra. Apesar da crise. Vou tentar arranjar-lhe trabalho. Veja-se como são as coisas. As coisas são que Edna não é Viridiana. Edna é uma boa amiga.

 

Finalizo com um episódio que se passou comigo num restaurante italiano em Portugal que envolveu portugueses e brasileiros. Eu almoçava, um grupo de turistas brasileiros ricos almoçava e o empregado de mesa era brasileiro. Eu sorria para ele e agradecia os serviços prestados sempre que se justificava, conforme manda a cordialidade e a boa educação. Os brasileiros ricos com ar de bem educados franziam o sobrolho quando o rapaz se aproximava e nunca lhe dirigiram a palavra. Não sei se era por ele ser um intelectual.

 

E que me perdoem os meus amigos brasileiros pelo mau jeito. Porque gosto realmente deles. Dos que são. Brasileiros e amigos.

 

publicado por Cat2007 às 16:40
 O que é? |  O que é? | favorito
Tags:

Abril 10 2011

 

Os terráqueos ricos são uma espécie rara no planeta. Embora não em vias de extinção. Porque têm ao seu dispor todos os meios necessários para assegurar a sua própria continuidade. Ao contrário do lince ibérico, por exemplo, que precisa que alguém de fora se encarregue do assunto. É a diferença entre as espécies raras ameaçadas e as que não o são. Portanto, a raridade pode ser uma desgraça ou um privilégio. E por tudo isto e mais alguma coisa, os ricos pertencem a uma elite. Coisa que os pobres admiram e respeitam muito. Digam lá o que disserem.

 

O instinto de sobrevivência nas crianças está sempre a postos. Não admira. São demasiado frágeis. Precisam de quem as proteja. Há uma consciência do significado do “estar por baixo” em cada criança. Nestas condições, aproximam-se dos que lhes parecem fortes e desprezam os que lhes soam a fracos.

 

Mais uma vez e sempre (que me seja preciso) o Charles Bukowsky. O escritor americano filho de imigrantes alemães nascido no tempo de uma Alemanha desfeita que vomitava sem opção gente para o “Novo Mundo”. É a vida. “Ham on Rye”, o livro a que me refiro. É de ler. Apanha-se pelo menos uma náusea no mínimo enriquecedora. Um outro modo de ficar menos pobre. Lá está.

 

Henry é um puto imigrante pobre de um bairro pobre. Frequenta uma escola de putos como ele. Pobres. Muitos também produtos do vómito de países europeus caídos em desgraça na altura. Os outros são americanos da gema igualmente pobres. Na verdade, crostas caídas das feridas da Europa colonialista. Pobres americanos da época. Tão pobres como milhões de americanos são hoje em dia. E serão. Na maior potência económica, tecnológica e militar do mundo. Um mundo onde os pobres existem por todo lado. E são em número assombroso. A Terra é um planeta de pobres. Pois. Foi o que comecei por dizer. No entanto, parece que todos os pobres se recusam a aceitar este facto e nenhum rico o reconhece.

 

Henry e o resto dos putos referidos eram espancados quase diariamente nas suas próprias casas pelos seus próprios pais. Adultos frustrados por lhes terem roubado algures na vida os sonhos de criança esmagavam o corpo e a alma dos seus próprios filhos pequenos dentro das suas próprias casas. Sem razão e sem desígnio aparentes.

 

Henry não levava guarda-chuva para a escola. “Havia quase sempre porrada. Os professores pareciam não saber de nada. E havia sempre problemas quando chovia. Qualquer rapaz que trouxesse um guarda-chuva para a escola ou usasse uma gabardine era logo posto de parte. A maior parte dos pais era demasiado pobre para comprar essas coisas. E quando o faziam, nós escondíamo-las nos arbustos. Se alguém era visto com um guarda-chuva ou com uma gabardine era logo considerado um mariquinhas pé-de-salsa. Levavam porrada depois das aulas”. Pois. A pobreza é difícil de engolir e não é bonita de se ver. A consciência do ser pobre é pessoal e envergonhada. O esforço vai todo no sentido da inconsciência. Se fosse possível não comparar, se não existissem ricos, esta espécie de inveja sem esperança talvez nem chegasse a doer. Os pobres têm nojo dos pobres e, quando ainda não chegaram ao ponto em que já estão passados da cabeça e desatam a fazer merda, têm muita consideração invejosa mas subserviente pelos ricos. Os putos mais fortes da escola de Henry espancavam os mais fracos na mesma medida e ritmo que apanhavam em casa. A riqueza aqui era a força e a destreza desportiva. Era o que se podia arranjar.

 

Bom, posto isto, vamos ao Brasil. "Portugal? País simples, de gente simples, não muito esperta, não muito coisa nenhuma". Pode ler-se na Pluma da Clara Ferreira Alves, citando um Augusto paulista que afirma com toda a seriedade que consegue arranjar (ou seja, toda a que tem) que "Dilma é uma intelectual". Clara, por seu lado, escreve a crónica e ri-se. Vê-se claramente o riso no texto. Lá para o meio refere um facto. "os portugueses gostam de dizer mal dos portugueses mas irritam-se quando os outros dizem mal deles (os judeus) também".

 

Para já deixo a letra da música que a "máiorrr cantôra do bráziuuu" debita enquanto se desnuda e muito bem, digo eu. Porém, os seios podiam ser mais bonitos. Já cá volto.

 

"Não me convidaram/Pra esta festa pobre/Que os homens armaram/Pra me convencer
A pagar sem ver/Toda essa droga/Que já vem malhada Antes de eu nascer...

Não me ofereceram/Nem um cigarro/

Fiquei na porta/Estacionando os carros
Não me elegeram/Chefe de nada/O meu cartão de crédito/É uma navalha...

Brasil! Mostra tua cara/ Quero ver quem paga/Pra gente ficar assim
Brasil! Qual é o teu negócio?/O nome do teu sócio?/Confia em mim...

Não me convidaram/Pra essa festa pobre/Que os homens armaram/Pra me convencer
A pagar sem ver/Toda essa droga/Que já vem malhada/Antes de eu nascer...

Não me sortearam/A garota do Fantástico/Não me subornaram/Será que é o meu fim?
Ver TV a cores/ Na taba de um índio/Programada/Prá só dizer "sim, sim"

Brasil! Mostra a tua cara/Quero ver quem paga/Pra gente ficar assim
Brasil! Qual é o teu negócio?/O nome do teu sócio? Confia em mim...

Grande pátria/Desimportante/Em nenhum instante
Eu vou te trair/Não, não vou te trair...

Brasil! Mostra a tua cara/ Quero ver quem paga/Pra gente ficar assim
Brasil! Qual é o teu negócio?/O nome do teu sócio?/Confia em mim..."

 

Com a devida vénia aos excelentes Cazuza, autor, e Gal Costa, grande cantora. Sem grandes mas com as devidas  irritações, despeço-me com um até já.

 

publicado por Cat2007 às 13:26
 O que é? |  O que é? | favorito
Tags:

Abril 05 2011

 

Quando joga o Benfica ou a Selecção estou sempre naquela tensão. Quando os políticos falam na televisão ou na rádio, tento pensar noutra coisa. Este domingo houve um Benfica – Porto no Estádio da Luz. Em condições normais estaria tensa e atenta. Teria visto o jogo. Ou ouvido pelo menos. E como qualquer benfiquista comum, acabaria um tanto chateada pelas circunstâncias que se conhecem. Dez minutos depois, como é meu hábito nestes assuntos de futebol e maus resultados, daria por mim a pensar que naturalmente “este jogo vai virar” e “agora deixa ver o que há de giro para fazer”.

 

Desta vez não. Passei a semana toda antes do jogo a ler as notícias sobre os ratings e a crise política, económica e financeira do país. E a ver e a ouvir o que os analistas e os políticos tinham a dizer. Cheguei a um ponto tal, que as novidades de preparação para o Clássico me caíam despropositadas ao nível da indignação. Ouvi-me dizer: “Deviam mas é cancelar a porcaria do jogo!” Sentia eu que não fazia sentido ver um português que fosse com outras preocupações sérias para além das preocupações que nos dá neste momento Portugal.

 

Bem sei que os portugueses são pouco solidários por natureza (não sou eu quem o diz, mas quem estudou o caso). Bem sei que não sei como seria se a tragédia do Japão tem sido cá (pela falta de solidariedade referida). Bem sei que organização não há que preste. E ninguém sabe o que fazer. Bem sei que as pessoas estão mal informadas e é por isso que não consigo estar agora a chamar-lhes cidadãos que não sabem o que hão-de fazer.

 

Sofre-se pela bola num momento destes porque não se percebe que momento é este. Os mal-cidadãos portugueses não sabem bem o que se passa. Mas intuem que não é bom. Nada bom. Ouvem frases como “os impostos vão subir”, o “desemprego vai aumentar”, “a vida vai tornar-se muito difícil”. Basta. Venha o futebol com um Clássico com todos os condimentos necessários para vomitar a frustração pelo que já se vê e por tudo o que se prevê.

 

Em Portugal elegem-se os políticos para serem esquecidos no dia seguinte às eleições. Confere-se um mandato com os seguintes escritos: “tratem lá do assunto, que eu agora tenho mais que fazer”. Os portugueses sabem bem que os seus políticos são seus iguais. Têm exactamente o mesmo formato moral e idêntica vontade e sabedoria para trabalhar pelo bem comum. As eleições correm como verdadeiros clássicos de futebol no que toca às guerras e às paixões, à chicana e ao disparate, à falta de nível e ao alheamento dos valores básicos. É por isso que o povo adere. O que vota.

 

Até hoje não votei num único acto eleitoral. Sim. Faço parte daquela estrondosa percentagem a que é costume chamar-se abstenção. Não voto em pessoas em quem não confio e não sanciono projectos que não percebo. E não concebo nenhum partido político daqueles que temos. É por isso que nunca votei. E mantive a minha postura desinteressada e distanciada. Sempre. Até agora.

 

Até agora sabia que isto era governado com injustiça, oportunismo e falta de competência. Sabia. No entanto, pensei que estes tipos em quem eu jamais votaria, fossem eles quem fossem daqueles que se conhecem, assegurariam os serviços mínimos. Como foi acontecendo desde sempre. Desde há séculos.

 

Este povo nunca mudou por dentro. Portugal não ia agora mudar por fora. Se este povo também sou eu, respeitei sempre a vontade popular de deixar andar que a bola é no domingo ou na quarta. Se este povo ia votar, que fosse. Eu não ia mas era cúmplice das suas paixões e caprichos. Aceitei isto com os braços cruzados, descansando sobre a minha abstenção.

 

Ontem vi apaixonadamente a entrevista do Primeiro-Ministro à Sandra de Sousa e ao outro na RTP. Parecia que estava a ver a Selecção na final do Campeonato da Europa contra a Grécia. Senti-me tal e qual a entrevista toda. O Primeiro-Ministro português jogou contra Portugal, vestindo de azul e branco, como a Grécia, e ganhou-nos. Nunca vi um bandalho fazer tantas faltas para cartão vermelho e a devolver perguntas como quem só pode e sabe jogar no contra-ataque. E sempre sobre o mesmo. Sobre quem sabia jogar melhor por Portugal. Sandra de Sousa. Uma excelente jornalista. Uma cidadã que merece respeito.

 

Acresce que apesar, do nojo, desta vez vou votar. Talvez depois explique porquê.

publicado por Cat2007 às 18:36
 O que é? |  O que é? | favorito
Tags:

Abril 02 2011

Encontre-se um gay no vídeo abaixo. Eu não consigo. Só vejo transexuais. Preciso de ajuda. Nitidamente. No mais que se pode dizer, prefiro não dizer nada. Para não ser redundante.

 

 

 

 

publicado por Cat2007 às 02:57
 O que é? |  O que é? | favorito

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"
pesquisar
 
stats
What I Am
comentários recentes
Com muita calma e paciência tudo se começa! 
Mas a questão é que, antes de se preocuparem com o...
yah, a quantidade de construções emocionais que nã...
Sabia que fazia anos, tinham me dito, mas no meio ...
há "sinais" que não devemos negar :D
Se o tédio estiver instalado numa relação, então é...
Posts mais comentados
140 comentários
122 comentários
122 comentários
106 comentários
82 comentários
arquivos
2017:

 J F M A M J J A S O N D


2016:

 J F M A M J J A S O N D


2015:

 J F M A M J J A S O N D


2014:

 J F M A M J J A S O N D


2013:

 J F M A M J J A S O N D


2012:

 J F M A M J J A S O N D


2011:

 J F M A M J J A S O N D


2010:

 J F M A M J J A S O N D


2009:

 J F M A M J J A S O N D


2008:

 J F M A M J J A S O N D


2007:

 J F M A M J J A S O N D


subscrever feeds
Abril 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

11
12
13
14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30


blogs SAPO