CAFÉ EXPRESSO

Janeiro 20 2010

 

 

 

 

Muitas coisas me têm afectado ao longo da minha vida numa base diária. Coisas importantes e coisas sem importância nenhuma, numa perspectiva relativa das coisas. Por exemplo, tudo o que se passa durante uma semana da minha vida é como se fosse um trabalho de casa que eu tenho de fazer semanalmente. E que tudo o que se passa durante uma semana da minha vida, é tudo aquilo que eu vejo, ouço, sinto e penso durante essa mesma semana. O que, obviamente, dá muito mais do que o produto de sete dias comuns. Assim como quem vai só para o trabalho e descansa ao fim de semana.

 

Há uns tempos  vi o filme "As Horas" de Mrs. Dalloway (Virginia Woolf). Do nascimento à morte na vida de uma mulher em um só dia. Impressionou-me. Porém, fiquei segura que, embora percebendo o essencial, não compreendi muitas coisas. Coisas que eu não sei dizer quais são porque não li Mrs Dalloway. Tudo por causa do "The Lady in the Looking-Glass" . Não gostei e não voltei a tocar na Virgínia Woolf. Também era uma adolescente! Talvez deva voltar às duas, e à terceira: à Mrs, à Lady e à Virginia.

 

Antes de ver o filme, e passe a ignorância, não tinha ideia que Virginia Woolf era esquizofrénica. E continuo sem certezas. Mesmo tendo visto "Quem tem medo de Virgínia Woolf " no teatro. É claro que a própria nada tem a ver com esta peça. Só aparece na cantilena (sim, realmente, sintomática de padecimento esquizofrénico de uns e do medo do padecimento, por parte de outros): "Quem tem medo de Viginia Woolf? Virginia Woolf , Virginia Woolf ...".  Talvez a Elizabeth Taylor hoje. Ela que fez de Martha no cinema.

 

Em geral, as pessoas têm medo dos loucos. Eu não. Praticamente nasci e cresci num sítio onde os loucos eram amados. Onde não havia só loucos. Onde os loucos não eram diferentes dos paraplégicos, dos cegos, dos negligenciados e dos normais desproblematizados, segundo os parâmetros do senso comum. Nada mais semelhante a um circo alegre, ou aquele que não existe. Diferente do clássico que deprime toda a gente.

 

A propósito, não sei porque se concebe que o circo é para as crianças. Nem, aliás, porque se pensa que o circo é para alguém. Por mim, o circo não existia. Ponto.

 

Bom, mas os loucos de onde eu cresci eram teoricamente menos perigosos para si próprios do que os do Hospital Júlio de Matos, ali na Avenida do Brasil. E esta frase sobre o perigo da loucura não tem sentido nenhum neste contexto. Ponto. Só para ligar com o parágrafo seguinte, na verdade.

 

Um dia fui ao Júlio de Matos. Embrenhei-me lá pelos jardins que cortam os diversos pavilhões. O Paul Newman, ainda em novo, pediu-me um cigarro. Olhou-me bem nos olhos com os olhos azuis. Eu não tenho medo de loucos. Estávamos completa e irremediavelmente sós. Eu e ele. Ele colou os olhos nos meus. Eu preguei os meus nos dele. Senti o sangue muito frio por uma fracção de segundo. Medo, pois. Depois, ele franziu a testa. Passou o medo, que eu não tenho, pois. Dei-lhe o cigarro e acendi-lho. Ele deixou os ombros relaxarem. Disse-me: "você é uma boa pessoa. Não é como eu. Eu sou muito mau. Por isso estou aqui". Respondi-lhe que não com a cabeça. Sorri-lhe e fui arrependida por não lhe ter dito que ele era lindo, apesar de tristemente morto de vez em quando. Era lindo. E inesquecível. Nunca lhe diria que percebi que ele estava morto de vez em quando. Mas fiz bem porque isso também não era verdade. Ambos sabíamos bem que o que se passava era, precisamente, o contrário:  com efeito, transbordâncias de vida mental, era o que se passava. Em conclusão, pelo que pude observar, o Paul Newman estava muito mais lixado do que a Virginia Woolf .

 

Não compreendi porque razão, em "As Horas", as mulheres passavam a vida a beijar a boca uma das outras. Igualmente não li o "Orlando". Por causa de "The Lady in..." , já o disse. Também deixei passar o filme ("Orlando"). De qualquer modo, li o "Retrato de um casamento", publicado por Nigel Nicholson, e baseado no diário da mãe, Lady Vita Sackville-West. Que só aparentemente nada tem a ver com o assunto. Pois, ao que consta, um dado está ligado ao outro. Vita e Orlando são a mesma pessoa.

 

Por outro lado Victória Sackville-West, ou mais propriamente, o filho,  revela ter tido um caso de amor com Virginia Woolf. O que o pai de Nigel andava, não andava e permitia fazer, também está esclarecido no referido livro. Mas o que se passava com o senhor Woolf é que passou a ser, para mim, desde "As Horas", um perfeito mistério. E o que esperava este homem daquele casamento?

 

Claro que Viginia Woolf não se suicidou.  O que não é verdade. Embora esteja pouco ou nada morta. No entanto, não tem nenhum filho que lhe publique o diário. Creio eu. Sobre o filho e sobre o diário, não sei se efectivamente existem. Embora tenha quase a certeza que não.

 

Se eu pertencesse à nobreza inglesa, talvez pudesse entender porque razão vai um filho expor os afectos arrebatadores e as intimidades homossexuais da mãe Vita com Violet Kiepel. Quero dizer, não entendo porque não se bastou ele, o Nigel, com as explicações que deu no livro. Para quê publicar extractos do próprio diário da mãe, que, ainda por cima, contrariam quase tudo aquilo em que ele nos quer fazer acreditar? Talvez não lhe publicassem o livro de outro modo. Mas para quê publicá-lo? Talvez a Rainha Isabel II saiba tudo.

 

Porém, ainda, sobre "As Horas," os beijos femininos sobre os beijos femininos foram ali colocados para dizer que Virginia Woolf se sensualizava por mulheres? A isto a Rainha Isabel II não saberá responder. Estou quase certa.

 

Pensava que para amar e ser correspondido era necessário ser tomado a sério pelo correspondente. Talvez os Correios percebam isto melhor do que eu, já que se fala aqui de correspondências. Porém, nem eu, que não tenho medo de loucos, acreditaria num amor desses. Gosto de ser levada a sério. Para começar. De resto, não poria obstáculos ao amor de um louco por mim. Se tal amor tivesse aspectos carnais estimulados pelo ciúme e por aquele género de pulsão que nos leva a fazer as maiores loucuras. Também, o amor necessita de uma sólida base de confiança mútua.

 

publicado por Cat2007 às 09:59
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A velocidade das coisas não tem a ver directamente com o tempo!
Um filme, só em casos excepcionais se prolonga por mais de 2 horas!
Um livro, obviamente é mais descritivo e eventualmente mais completo (pois completa-se com a capacidade de imaginação e visualização do leitor). Pode levar 2 horas a ler, como 2 dias, 2 semanas, ou até 2 anos... Depende tudo da intensidade da velocidade!
Se fizermos uma viagem de 300km em 2 horas de certeza que abreviamos o tempo de apreciar a paisagem, tempo de reflexão, exastão da condução, mas podemos sempre ganhar no tempo dispendido, ou o prazer de conduzir mais rápido, enfim...
O tempo tem muito que se lhe diga!
Hoje ainda está nevoeiro... E vai parecer mais longo do que se estivesse sol!
Isto para falar de Horas, de 60 minutos de cada vez, uns tantos mais segundos, etc etc etc...
O tempo nunca pára, e passa sempre à mesma velocidade nós é que gerimos o nosso tempo de diferentes formas, intensidades e velocidades.
Seja uma semana de 7 dias, que pode ter rendido tanto como 7 meses ou o mesmo que um dia! Mas o tempo, as horas são sempre exactamente iguais! É apenas uma medida, uma coisa matemática!
A loucura e o tempo, tem uma relação directa mas completamente oculta! Penso que está tudo relacionado! Depende tudo do momento! Que é tempo! Mais ou menos lúcido! Quem é mais louco? O que lá está dentro ou o que cá está fora! Se vivemos num mundo, dentro da nossa cabeça!
Nunca me aventurei pelo Júlio de Matos, a não ser uma vez que acompanhei uma pessoa dadora de sangue! Não vi lá nenhum "louco".
No entanto, corria muitas vezes em que nos meus trajectos passava muitas vezes sempre por um hospital psiquiátrico! Onde os doentes podem andar cá fora! Não são perigosos! E soube de casos de pessoas com enormes capacidades e conhecimentos, cultas até... Mas com problemas não auto-controláveis!
Falavam-me sempre, não se metiam como por exemplo os trolhas! E às vezes tentavam acompanhar-me na corrida! Uma vez um perguntou-me se eu era a Conceição Alves! Não me perguntou se era a Rosa Mota ou a Aurora Cunha, as mais conhecidas por cá e lá fora, que corriam... Mas se conhecia aquele nome, que por acaso tinha sido uma grande atleta, recordista nacional e várias vezes campeã nacional, nos saltos e corridas de barreiras... Mas que não era conhecida, pois na altura pouco se sabia mais além de futebol... Como ainda é a realidade!
Pensei eu, estes "loucos" são muito mais conhecedores que as pessoas comuns! Mas estão aqui... Têm tempo para pensar e provavelmente isso é que os torna "loucos".

A Virginia Wolf tinha de facto depressões e muitas!
E cometeu o suicídio...
É costume dizer-se que só o faz quem está louco!
É mais fácil justificar a morte assim!
Nunca o saberemos explicar, pois não é o nosso corpo nem a nossa cabeça que o fez! E se o fizer, esqueçam lá as explicações que já não estaremos cá para as dar!

E foi no dia 28 de Março de 1941, após ter um colapso nervoso, a Virginia Wolf suicidou-se. Ela vestiu um casaco, encheu seus bolsos com pedras e entrou no Rio Ouse, afogando-se. Seu corpo só foi encontrado no dia 18 de Abril.
Tal como no filme!
Que resumiu a vida dela em menos de 2 horas! Pois o filme tem histórias paralelas em simultâneo!

Sua obra mais conhecida é Orlando, publicada em 1928. É uma fantasia histórica sobre a era Elisabetana.
O livro é interessantíssimo e o filme esteticamente belíssimo, tal como a banda sonora!
Na minha opinião, como é óbvio!
Anónimo a 20 de Janeiro de 2010 às 11:27

É verdade, tenho a acrescentar que gostei muito do filme.
Cat2007 a 20 de Janeiro de 2010 às 13:45

No seu último bilhete para o marido, Leonardo Woolf, Virginia escreveu:

Querido,
Tenho certeza de estar a ficar louca novamente. Sinto que não conseguiremos passar por novos tempos difíceis. E não quero revivê-los. Começo a escutar vozes e não consigo concentrar-me. Portanto, estou a fazendo o que me parece ser o melhor a fazer. Você me deu muitas possibilidades de ser feliz. Você esteve presente como nenhum outro. Não creio que duas pessoas possam ser felizes convivendo com esta doença terrível. Não posso mais lutar. Sei que estarei tirando um peso de suas costas, pois, sem mim, você poderá trabalhar. E você vai, eu sei. Você vê, não consigo sequer escrever. Nem ler. Enfim, o que quero dizer é que é a você que eu devo toda minha felicidade. Você foi bom para mim, como ninguém poderia ter sido. Eu queria dizer isto - todos sabem. Se alguém pudesse me salvar, este alguém seria você. Tudo se foi para mim mas o que ficará é a certeza da sua bondade, sem igual. Não posso atrapalhar sua vida. Não mais. Não acredito que duas pessoas poderiam ter sido tão felizes quanto nós fomos.
V.

Orlando - labyrinth's scene
http://www.youtube.com/watch?v=OVCO_F0fUas

WOMAN - Virginia Woolf - ORLANDO
http://www.youtube.com/watch?v=IF7Ynk0PaLA

Who's Afraid of Virginia Woolf - Getting Angry, Baby?
http://www.youtube.com/watch?v=nIn
Anónimo a 20 de Janeiro de 2010 às 11:30

Muito obrigada. Um único reparo, o texto está em português do Brasil. Nada contra, claro.
Cat2007 a 20 de Janeiro de 2010 às 13:50

Pois...
Ainda tentar "traduzir" para português (sem acordo ortográfico) mas também tenho preguiça para certas coisas!
Mas devia tê-lo feito, é terrível quando as traduções vêm em "brasileiro"...
Sorry! Não volta a acontecer!

Só para dizer, que gostei de mais um posts... Sempre interessantes, nem que seja pela forma da escrita, rodeando conteúdos por vezes metafóricamente... O que os torna ainda mais interesantes!
Parabéns.
Anónimo a 20 de Janeiro de 2010 às 14:15

Muito obrigada pelo que disse do post.
Quanto ao resto, se tivesse colocado as palavras entre aspas percebia-se mais claramente que estava a fazer uma citação, e não tinha que se dar ao trabalho desnecessário de transpor para portu^guês de Portugal. Beijinho.
Cat2007 a 20 de Janeiro de 2010 às 14:20

Mas como é óbvio, só podia ser mesmo uma citação! Como poderia eu estar a escrever a última carta da Virginia Wolf?

Já agora uma ideia!
Conheço várias personagens que editaram livros, mais ou menos interessantes, com o conteúdo de posts dos seus próprios blogs!
Fica a ideia...
Anónimo a 20 de Janeiro de 2010 às 15:39

Obrigada pela sugestão.
Cat2007 a 24 de Janeiro de 2010 às 23:19

Minha Querida amiga.
Um bocadinho atrapalhada com trabalho hoje até às 22h.
Mas prometo que te faço um comentário decente, à minha maneira sempre muito pessoal e nem sempre intelectual à noite quando chegar (é sempre possivel que existam reflexões fora de contexto... ;)
Beijocas
Gordas
Sara a 20 de Janeiro de 2010 às 15:01

Obrigada. Os teus comentários fazem-me falta.
Cat2007 a 24 de Janeiro de 2010 às 23:21

Sabes, acabei de reler o teu post pela terceira vez e achei-o tão indecifravel quanto da primeira. Talvez seja por eu estar cansada. Por outro lado, também tenho de confessar que não li nenhuma das obras que utiliza como referência.
Vi o Filme, que adorei por motivos que passarei a explicar de seguida (Leona Lewis esta a cantar outra vez), e tenho a banda sonora, que é de Phillipe Glass, e que eu acho simplesmente brilhante. E apesar de ter sido composta por um homem é de uma feminilidade extrema, em termos de complexidade e sobreposição de emoções (eu acho). Eu adoro.
Voltando ào filme. Gostei porque em termos processuais me identifico com. A forma como penso, como sinto de alguma forma que não consigo especificar se encontra ali exposta. Gosto porque fala de mulheres. Gosto porque fala de três mulheres que de alguma forma decidiram as suas vidas (ou mortes) independentemente de um senso comum regente, independentemente do que os outros pensavam. Do que me lembro todas elas a determinada altura romperam com o sistema que estava estabelecido, tendo este sido imposto por outros ou por elas proprias (muito do sistema era imposto por elas proprias, com base no que era esperado por outros). E todas elas decidiram.
Porque as mulheres se beijavam na boca (fazia-me sentir em casa), ou porque alguem escreve sobre a mãe (talvez seja uma forma de exorcismo), são questões que não pus.
Diferentemente de ti, também não vejo loucos no filme. Vejo pessoas frágeis, diferentes, com processos não comuns mas todos eles com uma consciência fora do comum do seu estado, dos seus processos. E exactamente por isso, esses processos culminaram em tomadas de decisão de liberação relativa ao estado em que se encontravam.
Mas de tudo o que disseste existe algo com que concordo em absoluto: "O amor necessita de uma sólida base de confiança mútua."
Só assim pode ser amor. De outra forma será outra coisa. Paixão, talvez... cegueira.... admiração... dependencia.... revisão do seu eu no outro... o que lhe quiserem chamar. Mas para mim, sendo uma eterna lirica, o amor é baseado na confiança e no equilibrio de uma relação e como tal, só pode acontecer quando ambas as pessoas estão inteiras e dispostas a partilhar-se de igual para igual com o outro. É claro que nao estou a falar do amor fraterno, amor entre amigos, etc. EStou a referir-me ao sentido romantico.
É claro que tudo isto é muito questionável, mas .... é isto que sinto e em que acredito nesta fase da minha vida. Tal como tu, eu vivo com o que me afecta numa base diária. Reflicto sobre isso, trabalho sobre esses sentimentimos e decido (a minha liberdade sobre eles). Da mesma forma que tu o fases com o filme que viste, que eu o faço com o post que li e como uma das personagens do filme o faz com o bolo de anos que tenta fazer.
não sei se o que escrevi, faz sentido relativamente ao teu post.... espero que faça algum pelo menos...
beijocas
Sara a 21 de Janeiro de 2010 às 00:14

Como sintese das vossas citações que se complementam tão bem, apesar da aparente dispersão:

"O amor necessita de uma sólida base de confiança mútua."

Só assim pode ser amor.

De outra forma não vale a pena!

"O amor é baseado na confiança e no equilibrio de uma relação e como tal, só pode acontecer quando ambas as pessoas estão inteiras e dispostas a partilhar-se de igual para igual com o outro."

Amor sem amar é que pode ser loucura tal como viver sem amor é como estar morta...
E morrer em vida é bem pior que morrer por viver...
Anónimo a 21 de Janeiro de 2010 às 01:44

E o amor até pode não ter nada a ver com nada disso
Cat2007 a 24 de Janeiro de 2010 às 23:27

Sim claro, mas a falta dele terá de certeza!
Anónimo a 25 de Janeiro de 2010 às 01:18

Não sei. Dependerá das pessoas.
Cat2007 a 25 de Janeiro de 2010 às 11:25

Não consigo perceber exactamente o que estás a argumentar.
EStás a dizer que é possivel duas pessoas amarem-se sem confiarem uma na outra? Que conseguem ter um sentimento pacifico que as preencha sem confiar....
à uns tempos alguem me disse que o ser o humano tem o péssimo hábito de avaliar os outros por aquilo que é. E que isso é um erro imenso!
Eu concordo com a afirmação! E simultaneamente sou umas dessas pessoas!
Talvez, se p individuo estiver bem consigo proprio, isso deixe de ter influencia, pois saberá reconhecer o outro pela sua natureza e ama-lo assim.
sara a 25 de Janeiro de 2010 às 11:39

Não estou nada. É impossivel amar sem confiar. Pelo menos, viver um amor sem confiar, não é viável. Não percebo o que te confundiu
Cat2007 a 28 de Janeiro de 2010 às 23:18

Nesse caso continuo sem perceber o que querias dizer com: "E o amor até pode não ter nada a ver com nada disso" e "Não sei. Dependerá das pessoas"

As citações estão na moda ;)
sara a 28 de Janeiro de 2010 às 23:54

Basicamente, queria dizer que o amor (aquele romântico, clássico,´à séria da Bela Adormecida) não tem que ser a fonte da felicidade das pessoas. E provavelmente, não será.
Cat2007 a 29 de Janeiro de 2010 às 00:17

AAAAAAAAAAHHHH!
Fez-se luz!!!!!!!!!
Concordo em absoluto contigo!

O amor é a cereja no topo do bolo e não o bolo.

Acho que numa das nossas primeiras conversas te tinha dito isto. :)
sara a 29 de Janeiro de 2010 às 00:22

Uau! Concordaste comigo sem MAS! Hum... deve ser excesso de trabalho.
Cat2007 a 29 de Janeiro de 2010 às 02:55

Né nada, o trabalho.

Se´concordo em absoluto não pode ter mas.... e não é a primeira vez, sua palonsa! ;)
sara a 29 de Janeiro de 2010 às 09:49

Estava meter-me contigo, sua totó!
Cat2007 a 29 de Janeiro de 2010 às 18:30

Eu sei tiaaa! ;)
lollololol
sara a 29 de Janeiro de 2010 às 21:13

Tia... Outra veeeeeeeeeeeeeeezzzzzzzzzzzzz???????????? A menina que é uma snob portuense! É preciso ter lata!
Cat2007 a 29 de Janeiro de 2010 às 23:35

Acrescento que, aliás, toda a gente sabe que não há pior snob do que um snob portuense. Pré-tia!
Cat2007 a 29 de Janeiro de 2010 às 23:37

Respondeste duas vezes à provocação e tudo!!! :P

Eu prometo que quando encontrar uma que funcione tão bem qto esta da tia, mudo. :D

sara a 30 de Janeiro de 2010 às 09:39

O que importa é que estás cheia de boa disposição.
Cat2007 a 31 de Janeiro de 2010 às 00:34

Sim estou! :)
Qdo consigo tirar uns nós ajuda sempre!
e dentro de uma semana estou em florença. ;)
sara a 31 de Janeiro de 2010 às 00:40

Vais para Florença dentro de uma semana? grande cabra! É o que o meu sentimento profundo de inveja me permite dizer no momento.
Cat2007 a 31 de Janeiro de 2010 às 04:15

É Sempre bom ter amigos assim!!!.0

Tu ja sabias que vou. Vou em trabalho e a correr. Saio dia 6 de madrugada e estou de volta dia 9 à noite. Estou entupida por uma agenda de espectáculos (3 apresentações do mesmo espectáculo no mesmo dia e 1 de outro), análise de audiências e reuniões.
Entretanto tinha passado as duas últimas semanas a fujir de escrever e ontem à noite finalmente consegui arrancar com a escrita do projecto (estou contente com esse desencravanso) .
Continuo sem por acentos em condições... dois anos a trabalhar com teclado inglês com regularidade e tornei-me esta anormalidade. :)
sara a 31 de Janeiro de 2010 às 09:59

Continuo com inveja, de igual modo.
Cat2007 a 2 de Fevereiro de 2010 às 09:11

Podias antes ficar feliz por mim.
sara a 2 de Fevereiro de 2010 às 10:28

Claro que fico, sua idiota. Beijos
Cat2007 a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:30

Não me lembro de nenhum nome para te chamar de momento!
sara a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:34

Pensa, que és uma mulher intelligente!!!!!!!
Cat2007 a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:36

E estas a trabalhar ou nem por isso?
Se sim queres 30 minutos de insultos amanhã ou na 5ª?
sara a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:39

No dia 3 estava a trabalhar.No dia 4 estive doente. Hoje dia 5 já estou de volta, mas nada bem ainda. Beijos
Cat2007 a 5 de Fevereiro de 2010 às 09:38

tu respondes por uma questão de educação.... sua redundante!!!
sara a 5 de Fevereiro de 2010 às 18:10

Obrigada por me terees chamado bem educada. IEntão vamos ao teatro na quinta, certo?
Cat2007 a 8 de Fevereiro de 2010 às 09:59

Em Italia, confirmo logo, mas a partida sim.
Beijo
Sara a 8 de Fevereiro de 2010 às 13:02

O SMS que recebi a confirmar o teatro foi enviado de Itália? :)
Cat2007 a 8 de Fevereiro de 2010 às 17:54

Eu estou em Firenze, mas mando-te sms da estefania.... :S.... tonta!!!
Sara a 9 de Fevereiro de 2010 às 11:36

Pois, exacto. Estou um bocado parva, estou. Ah! espero que a tua viagem represente um êxito profissional. Depois me dirás. Na quinta. Antes ou depoisdo teatro. Bjs.
Cat2007 a 9 de Fevereiro de 2010 às 14:09

Olé... sim conto-te na 5ª.
Mas correu tudo muito bem.
Beijocas
sara a 10 de Fevereiro de 2010 às 01:02

Mal posso esperar. Beijos
Cat2007 a 10 de Fevereiro de 2010 às 10:03

Ontem em conversa com uma amiga saltou-me uma que acho que se aplica muito bem a esta situação, sua lorpa. ;)

Eu definitivamente funciono por emoção, se não sinto, não sai. A minha dita inteligencia tem muito de emocional.
sara a 4 de Fevereiro de 2010 às 11:47

E se as tuas emoções estiverem bem colocadas, significa que és muito inteligente.
Cat2007 a 5 de Fevereiro de 2010 às 09:42

O meu senhor dos parafusos as ultimas vezes que me viu estava muito contente comigo, mas já lá não vou à mais de 1 ano.
Eu cá considero que tenho feito grandes avanços, mesmo qdo aparentemente estou a fazer recuos.
Estou contente comigo, só tenho de continuar.
Muito cansada, hoje. Extremamente...
sara a 5 de Fevereiro de 2010 às 18:31

Eu cá por mim, quando estou muito contente comigo nem sinto o cansa~ço, babes.
Cat2007 a 8 de Fevereiro de 2010 às 17:55

Depois de nao ter dormido duas noites... e um bocado dificil nao estar cansada ... ainda estou... tenho tido muito que fazer.
Sara a 9 de Fevereiro de 2010 às 11:39

Ok. Não vou dizer que é daqueles cansaços que toda a gente gosta de ter. Não. Vou dizer que estou com pena de ti e mandar-te fazer uma massagem relaxante.
Cat2007 a 9 de Fevereiro de 2010 às 14:11

hmmmmm. Soa-me bem a parte das massagens. A da pena não.

sara a 10 de Fevereiro de 2010 às 01:04

Bom, mas aviso já que não sou massagista, ok?
Cat2007 a 10 de Fevereiro de 2010 às 10:04

:0..... Eu sei!!!!
Eu tenho uma prima que tem o curso de medicina chinesa, e qdo eu quero voltar a deixar de fumar, estou com as vias respiratórias todas bloqueadas ou com as costas/musclos em estado de sitio corro para ela. Também recorro a ela Qdo estou demasiado stressada e ja nada resulta. Faz umas massagens fantásticas, depois de um bom tratamento de acumpuntura.
Mas de momento, não é nada de grave, portanto não preciso de a chatear. :)
sara a 10 de Fevereiro de 2010 às 10:42

Olha, eu precisava da tua prima.
Cat2007 a 10 de Fevereiro de 2010 às 11:24

Se quiseres dou-te o contacto dela.
Ela tem um consultorio perto do Marquês... na marquês de alorna acho eu.
Eu qdo tou à rasca chateio-a.
sara a 10 de Fevereiro de 2010 às 11:29

Pois tens que dar.
Cat2007 a 10 de Fevereiro de 2010 às 11:31

Então, amanhã dou-te.
Lembra-me
sara a 10 de Fevereiro de 2010 às 11:35

Eu lembro-te.
Cat2007 a 10 de Fevereiro de 2010 às 11:39

Lamento que estejas cansada. Agora a sério. O senhor a que te referes costuma designar-se por terapeuta, por exemplo.
Cat2007 a 9 de Fevereiro de 2010 às 14:15

Como existe o senhor dos aneis.... no meu caso era o senhor dos parafusos. Gosto muito mais da designação é muito mais divertida... e o próprio sabia que era apelidado de tal e nunca se opos. Como tal Senhor dos Parafusos continuará a ser visto ser o técnico especializado em me ajudar a apertar os meus (parafusos).
É claro que para uma Senhora Dra este é um comportamento um pouco infatiloide e inapropriado.
Falando em inapropriado, depois tenho duas para te contar.
Vou nanar. Ligo-te amanhã (4ª feira) a combinar para 5ª. Beijoca Gorda
sara a 10 de Fevereiro de 2010 às 01:09

Isso do infantilóide e inapropriado era para mim. Tipo, eu critico essas atitudes? Acho que não estás a ver muito bem as coisas. Lol.

O que serão essas duas que tens para me contar? Vindo de ti até fico um bocadinho ansiosa. Lol.
Cat2007 a 10 de Fevereiro de 2010 às 10:06

Acho que vais ficar desapontada!
Não é nada de espoecial, mesmo.
sara a 10 de Fevereiro de 2010 às 10:45

Contigo, é ouvir para crer.
Cat2007 a 10 de Fevereiro de 2010 às 11:25

Cat 2007,

Acabei de me lembrar que existe uma questão que já te devia ter posto e me tem escapado completamente.

Tem a ver com acreditação de formações.

Falamos depois, resolvi escrever só para não me esquecer.

Qdo tiver dinheiro tenho de arranjar um daqueles gadgets electronicos (telef, agenda, e-mail, etc) que faz sincronização com o computador.... para ver se assim me aviso das coisas.

Beijos
sara a 1 de Fevereiro de 2010 às 00:47

Se quiseres empresto-te o Iphone. LOL. Acreditação de formações? Quers dicas, certo?
Cat2007 a 2 de Fevereiro de 2010 às 09:09

Não prefiro uma coisa mais baratinha e compativel com windows!....

Se tivesse esse valor, e as minhas dividas pagas estaria a planear uma viagem.... loonga! :D
sara a 2 de Fevereiro de 2010 às 10:30

O iphone é compatível com o windows. Já ultrapassei essas partes gagas.
Cat2007 a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:32

De qualquer forma é teu... e eu quero um só meu! Como a crianças! Isto de se ter muitos irmãos é traumatizante. Há coisas que nao se dividem...
sara a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:35

Também tenho irmãos.
Cat2007 a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:37

E depois?!
(que grande conversa de xaxa)
sara a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:40

Vou tentar ter só conversas cheias de conteúdo.
Cat2007 a 5 de Fevereiro de 2010 às 09:39

vai à m....
sara a 5 de Fevereiro de 2010 às 18:11

Ora, porquê? A menina nunca está totalmente satisfeita com nada
Cat2007 a 8 de Fevereiro de 2010 às 10:01

E tu estas? :P
Sara a 9 de Fevereiro de 2010 às 11:41

Totalmente...hum... nope Lol!
Cat2007 a 9 de Fevereiro de 2010 às 14:12

:D
sara a 10 de Fevereiro de 2010 às 01:10

Um sapo a rir para ti também.
Cat2007 a 10 de Fevereiro de 2010 às 10:07

O post foi escrito assim propositadamente. A loucra é o tema, O desconcerto do texto está em conformidade. Enfim, há aqui algo de verdadeiramente literário. É o que eu modestamente acho
Cat2007 a 24 de Janeiro de 2010 às 23:24

Pois, quanto a isso não te posso confirmar nem desconfirmar.... não sei... simplesmente não sei.
sara a 25 de Janeiro de 2010 às 00:16

Pois, mas podias mentir e dizer que sim.
Cat2007 a 25 de Janeiro de 2010 às 00:32

Já devias saber que não sou dada a essas coisas! Muito menos com amigos! Para mim fazer tal coisa com alguem de quem gosto e que respeito seria impensavel! Seria na realidade uma grande falta de respeito da minha parte e um sinal da minha parte que não estava para me chatear ou perder tempo com a pessoa. POrtanto, já não seria amigo.
(Acabei de reparar que tenho o relogio do computador atrasados duas horas e por consequencia achei que era duas horas mais cedo :S)
Mas queres que minta?
sara a 25 de Janeiro de 2010 às 00:37

Claro que não quero que mintas. Mas... e agora ja perdeste o sentido de humor?
Cat2007 a 25 de Janeiro de 2010 às 11:23

Tenho-me andado a debater com uns macacos no sotão, meus.... e passei o fds fechada sobre mim propria...
EStou a deixar que o meu bem estar não dependa apenas de mim... que não venha de dentro e isso não é bom... deixa-me menos estável.
Desculpa
sara a 25 de Janeiro de 2010 às 11:32

Talvez não seja boa ideia dramatizar muito. Creio que não é uma fase muito anormal. Mas falaremos disso pessoalmente para a semana, se achares bem. E desculpa porquê?
Cat2007 a 28 de Janeiro de 2010 às 23:15

Acho óptimo!
Mas a resposta a parte das coisas acima é PMS!!!! ;)

Agora, bem disposta, muito cansada e atulhada em trabalho.

Beijocas
sara a 28 de Janeiro de 2010 às 23:57

Ok, babes. Bom trabalho. Moi aussi, a propósito. E vou já meter-me a fazer. Hoje vai ser pela noite dentro. Socorro!!!!!!!!!!
Cat2007 a 29 de Janeiro de 2010 às 00:14

Bom Trabalho!

Eu vou esperar por uma reunião via Skype, para alinhavar um projecto e depois óó.
sara a 29 de Janeiro de 2010 às 00:25

Fantático. Estamos as duas sem tempo para respirar. Beijos.
Cat2007 a 29 de Janeiro de 2010 às 02:53

Tirando que a minha reunião não chegou a acontecer e às 2 da manhã eu dormia profundamente, com televisão e computador ligado.

Suponho que tu tenhas tido uma noite em branco. ESpero que tenha corrido bem.
sara a 29 de Janeiro de 2010 às 09:52

Lamento. A minha também não foi lá aquelas coisas em termos de produtividade. E a ansiedade sobe, sobe. Beijos grandes
Cat2007 a 29 de Janeiro de 2010 às 18:34

Afinal, quando tens tu de entregar? Qual é o prazo limite?
Beijoca Gordissima
sara a 29 de Janeiro de 2010 às 21:15

Domingo parece-te bem? Beijinho
Cat2007 a 29 de Janeiro de 2010 às 23:33

Tens de fazer a entrega da tese no Domingo?!?! Essa parece-me original!!!!!

Para o caso de estares a propor programa sim parece-me bem.
sara a 30 de Janeiro de 2010 às 09:44

Tenho que entregar domingo por email e segunda em suporte de papel. Também pretendo marcar um programinha, mas só depois de terça, Tambem estou com saudades. Beijos.
Cat2007 a 31 de Janeiro de 2010 às 00:36

e para mim antes de sexta.... vôo de sexta para sabado e vou entrar em estado de sitio nos ultimos dias.

Muita força e bom trabalho.
sara a 31 de Janeiro de 2010 às 00:43

Olha, eu então já não sei. Acabei de enviar um email ao Coordenador a pedir um adiamento por mais 15 dias. É que não estou a aguentar! Espero que o homem diga sim, senão mando-lhe o que está e pronto! Embora tenha lido, relido e não gostado. Espero que os teus números corram muito melhor. Faço figas por ti. Grande beijo.
Cat2007 a 31 de Janeiro de 2010 às 04:13

Não sei a que números te referes.

Querida Miguinha, não estarás a ter um momento de insegurança? Não será apenas pânico da entrega?

Tens de respirar fundo e acalmar (eu sei que é fácil falar).

Vai correr tudo bem. Confia em ti.

Beijo Grande
sara a 31 de Janeiro de 2010 às 10:08

Os teus números é o teu trabalho, tonta. Obrigada pelo apoi.
Cat2007 a 2 de Fevereiro de 2010 às 09:10

Tonta!!!!! Eu!!!!
Mas lindona, eu não trabalho no circo!?!?! (ainda)

Mas diz-me, que estou curiosa. Entregaste ou conseguiste adiamento?
sara a 2 de Fevereiro de 2010 às 10:33

Trabalhas no circo... LOOOOOOOL!!!!!!!!!!!!! Consegui o adiamento.
Cat2007 a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:34

Ja sei cabeça no ar. :)
sara a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:37

É pouco.
Cat2007 a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:37

O que é que é pouco?
sara a 3 de Fevereiro de 2010 às 14:41

Penseique me ias chamar algo mais criativo. Cabeça no ar é pouco.
Cat2007 a 5 de Fevereiro de 2010 às 09:41

Brasa... Brasa é um bom adjectivo.
Tinha uns amigos de infancia... uma especie de irmãos adoptivos, que para gozar com a mãe a chamavam de brasa.
Brasa, aparentemente é positivo, mas depois é tãaao kitsch.... lololololol.... quase pimba.
Beijos brasa
sara a 5 de Fevereiro de 2010 às 18:36

Brasa? Sim, eu sei que sou... kitsch. Obrigada. :)
Cat2007 a 8 de Fevereiro de 2010 às 17:58

Anda bem dispostinha a senhora Dra.... hmmmm... que bom!
Beijocas
Sara a 9 de Fevereiro de 2010 às 12:06

sabes lá a mal disposta que eu estava quando te respondi. Mas, enfim, temos sempre que andar a disfarçar na vida, certo?
Cat2007 a 9 de Fevereiro de 2010 às 14:13

Eu não sou muito dada a esses difarces....
Ainda bem que vamos ao teatro na 5ª, para vêr se pomos a conversa em ordem de uma forma decente.
Eu não sei se pensas o mesmo, mas eu cá estou a sentir falta de uma bela conversa com V. Excelencia .
sara a 10 de Fevereiro de 2010 às 01:14

Eu sei como VEXA. é muito transparente. Estou com muitas saudades de uma blela conversa contigo, sim senhora.
Cat2007 a 10 de Fevereiro de 2010 às 09:48

Este é o blog da cara metade de um amigo meu:
http://www.momentosdoser.blogspot.com/
Que achas?
sara a 26 de Janeiro de 2010 às 10:14

Agora não enho tempo pra irver com cuidado. Quando puder vou lá e dig-te. Obrigada. Beijos
Cat2007 a 28 de Janeiro de 2010 às 23:20



A Listagem dos ginásios em Lisboa:
http://www.desportosdeginasio.com/ginasios/resultados.asp?localidade=Lisboa&imageField.x=42&imageField.y=10
Anónimo a 26 de Janeiro de 2010 às 16:33

Muitissimo obrigad. Há muita gente que vem a este blog que vai aproveitar esta informação.
Cat2007 a 28 de Janeiro de 2010 às 23:22

atenção que a virginia wolf não era esquizofrénica, era bi-polar. nessa doença, dependendo do grau de gravidade, pode haver alturas em, que no auge de um delírio ou mesmo a adormecer, se tenha a sensação de ouvir vozes. é semelhante mas nada tem a ver com a esquizofrenia. vou continuar a ler o post. estou a gostar bastante.
Vanda a 30 de Dezembro de 2010 às 13:42


Obrigada pelo esclarecimento. A esquizofrenia foi uma conclusão a que cheguei só pela visualização das "Horas".
Cat2007 a 30 de Dezembro de 2010 às 13:51

imagino que hoje em dia a virginia wolf seria uma mulher como muitas outras e escreveria os seus livros talvez bem mais interessantes e estruturados. a razão é simples: há tratamentos para controlar o desgaste da bipolaridade e a orientação sexual tem hoje uma naturalidade que na altura não tinha. o que achei é que nitidamente virginia não se "sensualizava", usando a sua expressão, pelo marido. via-o antes como um homem bom e enfermeiro que tomava conta dela tal como a sufocava...à enfermeiro. acredito que terão sido felizes, talvez se identificassem intelectualmente mas não creio em grande vertigem dela por ele. a doença não lhe ajudava tb na identidade sexual. a época e a confusão agravavam o drama. o suicídio seria na altura quase sensato. hoje em dia não. só com muito azar, calculo, se perde uma vida por doença desta natureza. com tratamento penso que a blogger talvez não tivesse essa sensação de tédio ao ler a autora que convenientemente tratada escreveria por certo melhores obras. ao contrário do que muitos pensam, a loucura não contribui grande coisa para a genialidade, para o interesse e para a pertinência na forma como se conta uma história.

p.s a mulher da fotografia parece a Shyznogud para pior.
Vanda a 30 de Dezembro de 2010 às 13:59

Em primeiro lugar, comentar um post com 116 comentários e que foi escrito em Janeiro de há um ano, é mesmo coisa sua.
Mas para o que importa: concordo consigo palavra por palavra. Nem mais nem menos. Nem vírgula a mais nem a menos. Concordo plenamente. E pronto.
Agora, talvez seja boa ideia esclarecer quem é Shyz, não acha?
Cat2007 a 30 de Dezembro de 2010 às 14:12

Shyznogud é uma das bloggers do Jugular, aqui linkado. Não é propriamente simpática, para mim pelo menos, mas gosto bastante dela. Tive a oportunidade de a ver algumas vezes ae pareceu-me que era parecida com a virginia wolf mas para bastante melhor e bem mais alta, suspeito. obviamente que a semelhança é apenas física, graças a deus.
Vanda a 30 de Dezembro de 2010 às 14:15


Obrigada. Mas eu já sabia. Sim é parecida, é.
Cat2007 a 30 de Dezembro de 2010 às 14:18

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