CAFÉ EXPRESSO

Setembro 09 2017

Foto de Catarina Veiga Miranda.

 

Hoje vou treinar. Daqui a pouco. É para fazer o terceiro dia de ginásio da semana. Aproveito, e depois da “malhação”, vou até à piscina. Mas não é para nadar. É para banhos quentes no jacuzzi. Na verdade, é preciso relaxar quando se chega ao fim da semana.

 

Esta conversa de teor informativo é só para inicio de conversa. É que estive indolentemente a jogar ao Spider (aquele jogo de cartas do Windows) e agora tenho que produzir qualquer coisa para não me sentir totalmente vazia.

 

Como se vê, estou aqui sozinha a fazer uma conversa de circunstância. Escrevi no outro post que as conversas de circunstância me fazem sofrer. Porém, só se forem com alguém que não se conhece muito bem. Quando há afeto, são giras e dão prazer. E eu tenho afeto por mim. Digo isto porque referi que estou a fazer uma conversa de circunstância sozinha neste ato de escrever o presente post, tendo prazer nisto, como é evidente.

 

Ontem estive a ver o meu Benfica na BTV e fiquei aterrada. Joga mal o meu Benfica. Creio que, a manterem-se as coisas assim, a revalidação do título “rumo ao penta” vai ser extremamente difícil. Até porque os demais clubes na corrida estão a portar-se melhor.

 

Estou a falar disto porque gosto muito de futebol. No entanto, como se diz por aí, “não perco o sono”. Que é como quem diz, não ando a falar do jogo e dos seus anexos aí pelos cafés e em conversas de corredor. O mesmo é dizer que não alinho em discussões sobre quem é o melhor ou em números de chacota sobre os derrotados. Na verdade, não tenho paciência para o típico adepto. Aquele que sofre horrores quando o seu clube não ganha e vai ao paraíso quando vence. Por mim, gosto de chegar ao paraíso mas é noutros contextos. Assim, odeio aqueles programas televisivos onde os “paineleiros” gritam uns com os outros sobre se foi ou não grande penalidade e sobre as diversas teorias que envolvem as tarefas do árbitro e do videoarbitro mais os assuntos relacionados com as entidades que dirigem o futebol “que nunca não estão à altura dos acontecimentos”.

 

Posto o que antecede, esgotou-se-me a imaginação no sentido de poder vir agora abordar outros assuntos de circunstância , pelo que fico por aqui.

publicado por Cat2007 às 12:36
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Setembro 07 2017
 

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Tenho imensas dificuldades em fazer conversa. É que, em princípio, não sei o que dizer. Porque o que, na verdade, me apetece é estar calada a observar.

 

Era bom que me deixassem observar. Mas não. As pessoas não gostam de ser observadas. E talvez também não tenham vontade de observar. Por isso falam e falam. Quase sempre sobre coisas desinteressantes. O que acentua o meu esforço. E define o nível de interesse que cada um tem pelos demais.

 

Dantes eu tinha terror dos silêncios nestas circunstâncias. Por isso enchia-me de uma espécie de energia de reserva para falar e falar. Era capaz de agendar instantaneamente na minha cabeça um número razoável de assuntos para “puxar” de acordo com o tempo que a coisa deveria durar. E assim, na maior parte do tempo, quem falava era eu. Chegava a ser chata. E saia esgotada.

 

Agora não quero saber. Mantenho os assuntos enquanto os assuntos me mantêm a imaginação a funcionar. Ainda que em esforço. Na mesma. Mas depois até me posso calar e deixar emergir um silêncio. Paciência. Não sou só eu a ficar afetada, imagino.

 

No entanto, noto que assim as pessoas me dão muito menos atenção.

 

publicado por Cat2007 às 16:18
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Setembro 06 2017

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Embora façam muito sexo, é verdade que muitas pessoas que estão no designado estado de paixão não se apaixonam apenas pelo físico do seu objeto. Com efeito, existem muitas paixões-cabeça em que o que arrebata é mesmo a estrutura mental-intelectual do ser, o qual, apesar de tudo, nestes casos, não tem de ser pouco atraente.

 

No que respeita a outras questões que ultrapassam a cama, é costume dizer-se que o tempo por que duram um e outra é decisivo para estabelecer uma distinção. O amor tende a ser “para a vida” (mesmo que afinal não seja), enquanto a paixão é passageira (mesmo que marque para a vida).

 

De resto, há quem se suicide por causa de uma paixão. Mas só por amor é que é possível morrer de amor.

 

publicado por Cat2007 às 16:39
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Setembro 05 2017

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Gosto de setembro assim. Com dias bonitos cheios de sol e uma temperatura que já vai ficando amena. Daqui a pouco estará ótimo para usar as roupas de meia estação, as quais, do meu ponto de vista, são as mais bonitas do ano. Apetece amar em setembro porque há mais beleza em cada ser por causa da energia pacificada pelo descanso e da luz do sol, que é diferente quando incide sobre as casas e sobre as faces. As árvores ainda estão vestidas e há flores e uvas. É natural que uma pessoa fique carente em setembro.

 

publicado por Cat2007 às 17:21
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Setembro 01 2017

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A solidão (ou a falta de realização afetiva) e as frustrações profissionais (cuja origem está na incapacidade do individuo alcançar determinados objetivos que escolheu para si) justifica muita coisa do que de mal as pessoas andam a fazer umas às outras.

 

Porém, não falo de toda a gente. Nem, sequer, da generalidade. Refiro-me a um ou outro canalha. Embora seja verdade que existem sítios que aglomeram uma grande quantidade de enxurro por metro quadrado (prense-se talvez na Assembleia da República).

 

Bem, mas é importante falar de um ou outro canalha que exista porque, relativamente aos canalhas e às suas vítimas, aplica-se a teoria da laranja podre: uma laranja estragada dá cabo de uma caixa de laranjas saudáveis.

 

Há, com efeito, pessoas que vivem e respiram para prejudicar os outros. Comecei por falar em solidão e frustração profissional como se estes fossem causas justificadoras das condutas. Porque, enfim, eu gosto de perceber as coisas. E não concebo resultados sem que antes se verifiquem factos que lhes deem origem. Tudo numa relação de causa e efeito. Tenho, pois, a mania de que tem de haver sempre uma razão para os acontecimentos. A verdade é que a solidão e a frustração profissional não justificam nada. A não ser que estejamos em face de uma boa pessoa que erra mas que se há-de emendar por força do peso na consciência.


A questão dos canalhas encartados, das cobras criadas, é outra. É o caráter. Há pessoas que têm realmente mau caráter. Ou seja, uma estrutura da personalidade montada para fazer mal ao semelhante, o que origina a desumanização dos ambientes e a desconstrução dos projetos.

 

publicado por Cat2007 às 17:02
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Agosto 29 2017
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Pronto. Regressei de férias. Além de que já estou a trabalhar. O que mais impressão me fez foi as paredes. As paredes dos prédios em frente ao meu do outro lado da rua. Estava já habituada a acordar com um cenário verde e limpo com as montanhas ao fundo.

 

No mais, ainda estou em modo de férias aqui no trabalho. Não me apetece já entrar a fundo nas matérias a tratar porque considero uma alteração violenta para o meu estado mental. Assim, fui fazendo umas coisinhas simples de manhã e agora estou aqui a escrever à hora do almoço. Talvez à tarde possa começar a sério. Já se vê.

 

Noto, como se fosse novidade mas evidentemente não é, que a cidade é demasiado solícita. Há muita coisa para enfrentar, muito sítio para ir e muita gente para atender. É por isso que a minha cabeça se enche de resistências instantaneamente. De súbito, dou por mim indisponível, quando não estava quando estava lá no Minho. Noto isto pelo meu modo de escrever. Os pensamentos já não correm para as mãos. Agora só andam e param de vez em quando. E, quando param, fico sem saber muito bem o que dizer. Contraditoriamente, parece que a cidade não tem assunto.

 

Claro que tudo isto reflete as primeiras impressões de quem regressa a um cenário conhecido de ginjeira.

publicado por Cat2007 às 13:26
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Agosto 26 2017

 

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A maior parte das canções trata de amor. Porém, de desencontros amorosos, amores platónicos ou de relações que acabaram. Enfim, de solidão. Nada de amores felizes. E, quando as relações dão certo, há sempre dor.

 

Talvez seja porque os seus autores nunca tenham atinado afetivamente com ninguém em termos tendencialmente perenes. Ou então é porque falam da vida dos públicos alvo. É verdade, que independentemente da idade, as pessoas, na sua maioria e salvo honrosas exceções, não estão amorosamente bem resolvidas, o que dá origem à situação de o amor-miragem não ter banda sonora.

 

Nas aldeias e nas vilas dá ideia que as pessoas se casam por falta de opção ou então em virtude de determinadas conveniências. Nas cidades há designadamente o problema das escolhas múltiplas e nomeadamente o do desligamento interpessoal. Portanto, em qualquer dos casos, não é fácil encontrar aquela pessoa. E, depois, quando as pessoas se juntam, acabam por ficar assim por hábito e interesse ou então divorciam-se.

 

Bem sei que, em face do que acabei de escrever, pareço uma jovem de pensamentos simples a falar. No entanto, é claro que admito que existe o amor-miragem. A questão é que nota-se na cara das pessoas que não estão felizes, pelo que dá a impressão de que não são as felizes contempladas.

 

O amor-miragem é aquele a que todo o ser humano aspira: o do “e viveram felizes para sempre” só um para o outro sem palitos e sempre em estado de paixão embora não de montanha-russa porque ninguém aguenta nem a vida permite. É de acrescentar que no amor-miragem as pessoas envolvidas se divertem bastante uma com a outra.

 

E agora que disse isto tenho que levantar a possibilidade de a Disney – Pixar ter encontrado e projetado uma música para estes casos. Ou mais de uma, dada a quantidade de filmes de príncipes e princesas. Seja como for, e ainda assim, creio que não chegam para fazer a banda sonora de uma vida a dois (ou a duas).

 

A propósito, pergunto-me: o Shrek tem alguma canção de amor-miragem? Não me lembro. Só sei que. no conjunto de todos os filmes, ele e Fiona vivem de facto um amor-miragem. Mas, também, o Shrek é um filme pedagógico. E se há pedagogia é certo que há algo para ensinar. E se há algo para ensinar é porque há quem tenha que aprender. O público. E veja-se a quantidade de público. Admire-se o sucesso.  

 

 

publicado por Cat2007 às 19:12
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Agosto 25 2017

 

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Guimarães

 

Hoje fui a Guimarães às compras. Não se compara com Braga. É muito mais bonito, oxigenado, verde, típico e organizado. Ora, Braga. Ora, Braga é uma cidade que desapareceu nas bermas das infinitas autoestradas e vias rápidas que cortam a cidade em pedaços. Já não sei ir para o centro e para aquele café cujo nome não me lembro mas que é um dos mais charmosos que já vi. No entanto, hoje, no cabeleireiro aqui de Vieira foi-me dito que Braga continua a ser uma cidade muito bonita. Concluo então que o problema é meu. Não me entendo nos caminhos e não consigo já chegar lá. À beleza. De qualquer forma, é verdade que também não faço muita questão. Com efeito, prefiro os cenários naturais do Minho.

 

Ainda no cabeleireiro fui informada que os lisboetas estão oficialmente loucos. Não falam com os outros (nem uns com os outros) e andam como os robôs, além de que, quando não andam, estão sempre dentro dos carros parados no trânsito. Por isso a cabeleireira, que está farta da pasmaceira de Vieira, não seria capaz de viver em Lisboa, que não é por isso que deixa de ser bonita.

 

Eu cá nasci em Lisboa e não seria capaz de viver noutro sítio. Mas é verdade que tenho necessidade de vir algumas vezes por ano para a “pasmaceira de Vieira” para evitar problemas capilares, por exemplo. A propósito, ela disse-me que eu tenho um bom cabelo. Já sabia, by the way. Mas agradeci.

 

A cabeleireira tem um casamento amanhã em que é madrinha. Vai com um vestido lilás até aos pés e um bolero dourado. Muito à lisboeta, disse-lhe que certamente iria linda, apesar do mau feeling que me causou tal descrição. Para mim, ninguém fica bem num vestido lilás. Mas isso é para mim. Os amigos dela acham que, de todos os vestidos que ela experimentou, aquele era o mais “tcham”. Não duvido. Não vi o vestido e, só de ouvir dizer, já o acho muito “tcham”. Agora, e por outro lado, é preciso dizer que a senhora tem mais de cinquenta anos e apresenta-se com um incrível corpo de teenager.

 

Por falar nisso, tenho visto muitas mulheres bonitas por aqui. São sobretudo bastante altas e têm bons ombros. Tanto que a cintura é demarcada a partir das costas e não das ancas. Isto torna-as especialmente elegantes.

 

A questão é que tenho as férias a acabar. Não obstante, e um tanto estranhamente, os níveis ainda não começaram a subir. Da ansiedade que antecipa o stress. Talvez porque finalmente percebi que não vale a pena antecipar problemas.

 

publicado por Cat2007 às 18:17
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Agosto 23 2017

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Antes, quando era só uma criança, gostava de música para me distrair. Como não tinha direito a comprar a minha própria eleita a partir da rádio, estava sujeita esta. Ao que esta passava. Costumava sintonizar a Radio Comercial e, naquele estado de sujeição, deixava-me entreter pelos sons que iam sendo emitidos. Porém, havia uns cantores na minha infância que me irritavam muitíssimo por isso ficava muito aliviada quando vinha a notícia de que um ou outro tinha morrido.  Mesmo sabendo que durante uma semana (mais ou menos) haveria de dar toda a discografia respetiva.

 

Por outro lado, a música é importantíssima para os adolescentes. A música mainstream, está claro. E dentro da mainstream, alguns gostam de escolher umas que não ficam logo no ouvido que é para imaginarem (e também para provarem aos seus pares) que gostam de música de qualidade.

 

Os teenagers começam a sê-lo aos treze anos (quando a idade começa a ser designada precisamente com teen no fim), acho eu. Isto se me lembro de mim. Com efeito, foi aos treze que comecei a dedicar-me à música com a religiosidade típica. Mas não gostava nada de música de qualidade nos termos expostos. Queria coisas de fácil ingestão que, como é evidente, não fossem “pimba”. Como se sabe a imagem e a linguagem “pimba” são ofensivas para os teenagers. E, na verdade, eu tinha muito mais tiques de integrada do que do contrário. O que é normal. Por exemplo, amava os meus amigos e odiava os meus pais, além de que andava sempre de calças de ganga.

 

Hoje sou tranquila. Gosto de todo o tipo de música. Menos aquela que é tocada com flauta de pan, que me enerva especialmente.

publicado por Cat2007 às 18:41
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Agosto 22 2017

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Há quem viva com medo. Medos, melhor dizendo. Conheci uma pessoa que tinha terror de baratas. Hoje lembrei-me de cobras. Do medo que tenho de cobras. Tenho tanto medo de cobras que, só para me castigar, sempre que ia ao zoo, visitava demoradamente o reptilário. A sensação vinha na forma de um tremor ligeiro nos membros e um friozinho na barriga.

 

Ontem subi o Gerês. Não deixa de ser um bocadinho assustador. Uma pessoa vai galgando aquelas curvas e parece que está a ser engolida por aquela densa vegetação. A certa altura a impressão é de que estamos irremediavelmente longe e tudo. A sorte é que há sempre gente a passar para nos lembrar que não. Procurei a cascata que tem um nome assinalado. Lá chegada a cascata estava seca. Não fiquei desiludida. De qualquer forma não iria nadar. Estava muita gente lá no topo. E eu, que tenho medo de cobras, prefiro não estar ao pé das pessoas se são muitas. Aquela energia de peregrino motorizado das pessoas irrita-me. Além disso, esta gente adora estar junta. Não se conhecem mas querem estar uns em cima dos outros. Fizeram-se poças na cascata seca. E lá estavam eles amontoados, ignorando-se, incomodando-se  em volta delas e em cima das pedras. Também havia comida. As pessoas comiam despudoradamente.

 

No outro dia fui a uma piscina natural. Não estava ninguém para além de nós. Mas depois apareceu um treinador de cães pastores num jipe. Eram pastores alemães. O meu cão ficou irritadíssimo. O que é sempre uma maçada. Ele acredita que pode matar qualquer cão, albergando no peito esse desejo intimo e permanente. Depois o homem lá se foi embora. Se não fosse, não tinha ido à água. Ele meteu lá um cão enorme. Tipo isto aqui é tudo nosso. Depois de ele sair, a água estava um gelo. Sei porque fui mesmo lá para dentro. Só consegui dar dois mergulhos e não consegui evitar os respetivos gritos de dor quando vinha à tona.

 

Voltando ao assunto de Gerês, afirmo que não vale a pena andar lá de cavalo. Vê-se o mesmo que de carro e anda-se exatamente pelo mesmo sitio. A estrada encurvada. Também, aquilo é só escarpas e precipícios. Uma pessoa não se pode aventurar muito. Lembrei-me de que podem haver cobras no Gerês. É muito natural. Pensei que não gostaria nada de ter um encontro desses. Tenho medo de ser mordida e que a cobra, além do mais, se enrole nas minhas pernas.

 

Face a tudo isto é verdade que podia ter tido um ataque de agorafobia. Um a coisa que sucede quando a natureza é forte e a vida parece que, contraditoriamente, anda escondida. Mas não. Adorei ter subido o Gerês.

 

publicado por Cat2007 às 18:21
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