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CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

TENTAÇÕES


Cat2007

14.10.21

O que você precisa saber sobre a tentação

 

Venho aqui  escrever sobre a minha relação com a tentação. Com as diversas tentações. “Não cairás em tentação”. Ouvia-se isto na missa dominical. Ainda deve ouvir-se. Apenas, eu não sei. Porque nunca mais lá fui. À missa. Há também aquela passagem da Bíblia referente aos longos dias que Jesus passou no deserto a ser tentado pelo Diabo. Nunca cedeu. Ganhou o Céu. Pois parece, então, que é, pelo menos, positivo não cair em tentação.

Eu, por outro lado, caio sempre em tentações. Voluntariamente. Por princípio. Nem que seja Just for a thrill. Talvez acabe a vender a alma ao Diabo por causa disto.

A minha questão é perceber quem é o Diabo nestes termos. O Diabo há de ser o mal. Assim, é melhor não seguir o mal. Ou seja, as coisas que nos fazem mal. É melhor não as experimentar. Evidentemente, é melhor não tomar drogas. E traficar. É também aconselhável não dar entrada num gangue de ladrões de automóveis ou de outros bens. É fundamental não matar pessoas.

Enfim, importa não andar para aí a fazer mal a sério aos outros e a nós próprios. E, como se demonstra, há planos em que é fácil perceber onde está o mal, não se sabendo se é o próprio Diabo. Eventualmente, o Diabo-entidade não existirá. O que poderá existir são infernos onde as pessoas se deixam conduzir aqui na Terra. Como os que referi a título de exemplo.

Mas e de quando não é assim tão simples ver onde está o mal? Há coisas que só mesmo abrindo para ver o que está lá dentro. Porém, eu gosto de surpresas. E de quando vislumbramos que dada situação tentadora se anuncia concomitantemente como boa e má? Pessoalmente, vejo as tentações como possibilidades. Oportunidades. De viver. De mudar o rumo. Ou o espírito. Porque, se é mesmo nova a experiência, havemos de sentir novidades. O que, em última análise, é capaz de ser bom.

Esclarecendo, tudo isto veio a propósito de existir a possibilidade de vir a assumir responsabilidades em relação às quais não tenho todas as competências técnicas exigíveis. De facto, estou agora sem saber o que fazer, embora bem saiba que, chegado o momento, a minha resposta será sim.

 

A "VACA FRIA": AUTOESTIMA


Cat2007

02.10.21

VOLTANDO À VACA FRIA... - VÍRUS DA ARTE & CIA.

Voltando à “vaca fria”. A autoestima. Já escrevi algumas coisas sobre este tema. Porém, acabo a  confessar que não tenho uma ideia muito sólida sobre o conceito e o significado. Assim vou escrever. A ver se surge alguma ideia aproveitável. Só para ver.

Lembro-me de ser pequena e pensar que não queria ser outra pessoa que não eu própria. Outra pessoa mais rica ou mais bonita, por exemplo. Se fosse para deixar de ter a cara que tenho. Se fosse para deixar de pensar o mundo como eu o vejo. Se fosse para deixar de sentir a vida como sinto. Não queria. Isto acontecia-me, estes pensamentos, quando, precisamente, aparecia uma menina da minha idade aparentemente mais bem colocada em relação a um contexto comum. Que era aquele em que me encontrava confrontada com ela. Creio, então, que tenho autoestima. Pois se não quero ser outra pessoa por ter pena de perder a pessoa que sou…

Na verdade, por outro lado, há muitas coisas que eu queria, mas não possuo. E, a este propósito, adiantaria que gostava de ter uma alma melhor. Ser melhor pessoa, portanto. Not that I consider myself as an evil person. Não é isso. Mas acho que podemos sempre ser melhores. Mais solidários. Mais generosos. Gostava de ter aquela espécie de grandiosidade própria das pessoas sinceramente humildes e viradas para fora de si mesmas. Igualmente, queria ser bem comportada quando não me porto bem. Na medida em que podia ser menos egoísta. Menos orgulhosa. E menos competitiva. Mais compreensiva. E, portanto, menos passivo-agressiva. Há, pois, diversas coisas em mim de que, factualmente, não gosto. Mas significa isto que não tenho autoestima? Não pode ser. Porque não há gente perfeita, como é sabido.

Antes pelo contrário, a autoestima nada tem a ver com os nossos defeitos e qualidades enquanto realidades pensadas do ponto de vista pessoal. A autoestima é um certo tipo de noção interiorizada, marcada, de que temos mérito suficiente para sermos amados.

E assim sendo, termino a dizer, porque me ocorreu agora, que percebo mal e antipatizo com as pessoas que amam quem não as ama de volta. Ou seja, a falta de autoestima. Claro que podia ser mais compreensiva. Mas tenho este defeito de não o ser muito, como referi.  

 

FEVER


Cat2007

30.09.21

 

Jogo em Direto Benfica Barcelona Champions - SL Benfica

 

Ontem, a partir das quatro e meia da tarde, meti-me no sofá para ver televisão. Todos os canais, e não só a BTV, que focavam e desenvolviam o tema. O Benfica-Barcelona das oito da noite. Andei por ali numa correria. A correr os dedos pelo comando, portanto. Achava que talvez fossemos perder ou, menos mal, empatar. Até pensei que podíamos ser goleados. Para ser sincera. Embora também considerasse a possibilidade de ganhar. Confesso. Mas não, era muito natural que perdêssemos. Afinal. Mas o jogo nunca mais começava. Ansiedade. Depois começou. Incredulidade. Um alívio no final. O Benfica foi claramente melhor. Ganhou. 3-0. E eu fiquei com os olhos todos vermelhos da febre.

 

Easy Lover


Cat2007

29.09.21

Cinco motivos para beber cafés especiais

 

De um certo modo de ver, sempre fui uma “easy lover” dos factos diversos do quotidiano. Porque me interessa tudo. Dado que tudo me causa uma impressão mais ou menos intensa. As notícias dos jornais. Os filmes. As peças de teatro. A pintura. As flores. As conversas. O sol no meio da rua. Um dia de chuva violenta dentro de casa.

A propósito, sobre as flores, ocorre-me dizer, que, num concreto aspeto, sucede-me como com as pessoas. Esqueço-me imediatamente do nome das que conheço de novo. Embora, no caso das flores, seja porque sinto que estas são em si mesmas perfeitamente indiferentes ao nome que tenham. Basta o perfume, a textura, as cores e a sinuosidade. Quanto às pessoas, podem algumas impressionar-nos tanto como as flores. O que, é sabido, não ocorre na maior parte dos casos. Felizmente.

No outro dia, não desconhecendo que foram anteriormente feitas duas versões do mesmo,  estive a ver “A star is born”. Pois. Só agora. Confesso que não antes porque o tema musical principal enervava-me. Aquele refrão: “In the sha-ha-sha-ha-llow / In the sha-ha-sha-la-la-la-llow/ In the sha-ha-sha-ha-llow/ We're far from the shallow now”. Bom, mas o filme é sobre talento. Interesso-me pelo tema. Acabei por gostar. Creio que está certa mensagem. As pessoas verdadeiramente talentosas são obrigadas a partilhar-se com os demais. Se tiverem a devida oportunidade para isso. A propósito, goste-se ou não, a Lady Gaga é uma mulher talentosa. Merece. O reconhecimento.

Agora, para terminar, e a propósito de paixão: hoje joga o Benfica com o Barcelona. A ver se não fico com o coração partido.

 

SE O AMOR EXISTE


Cat2007

25.08.21

Feche acima das ondas pequenas do mar com água azul clara sobre a praia  amarela da areia na costa ensolarada do verão. | Foto Premium

 

Se me dá dor, não faço. Nada. Mesmo que se diga, ou eu diga a mim própria, que é o melhor para mim. A dor é fácil de identificar. É como se uma agulha se espetasse no coração. Não faço nada que me agudize tal dor. Antes, faço tudo o que puder para que passe. No amor as pessoas não estão por conveniência ou hábito. Ou medo de ficarem sós. Mas apenas porque amam. Mesmo que tenham medo de amar e pequem pela falta da entrega total. Quando há amor. Claro que o amor pode apagar-se. De um lado, do outro ou dos dois. Mas um sinal de que não é assim é quando a sensação da tal agulha a espetar-se no coração aparece. Se as coisas andam mal. O amor consiste na lucidez das emoções que se sobrepõem. Aos ressentimentos. Aos fantasmas. Ao medo. E às fantasias. Ao orgulho e à imaturidade. As emoções sobre o amor sabem o que querem, e bem assim do que precisam. Não tomo as ditas decisões racionais. Porque normalmente são fundadas no orgulho e em algum calculismo estupido mal identificado. Na verdade, há muito que aprendi que, primeiro, é sempre necessário atender aos sentimentos. Aos próprios sentimentos. Só depois é que temos algo sobre o que pensar corretamente. Eu sei. Depois de me ouvir antes de pensar é que depois eu sei. Eu sei que, quando sinto amor, é melhor não fazer nada que o contrarie. Que me contrarie, portanto. Por causa da dor, como disse. E também porque muitas vezes não vejo a felicidade que existe. Mas, no entanto, a felicidade existe. Claro que uma pessoa pode estar ou ficar a amar sozinha. Mas isso não quer dizer nada contra tudo o que acabei de explicar-me. Se é que me expliquei bem...

 

REPRSENTAR É PRECISO


Cat2007

04.08.21

DICAS] BENEFÍCIOS DE DANÇAR SAMBA

 

Honestamente, não gosto de me incompatibilizar com as pessoas. Falo nisto porque hoje pensei que tal poderia suceder. Ponderei que determinada pessoa poderia assinar um trabalho feito por mim. É que já o fez uma vez no passado. Claro que, nessa altura, toda a gente veio a perceber que o trabalho não era dele. É que, depois, sucederam-se várias reuniões onde tudo ficou muito claro. De qualquer maneira, enchi-me de indignação e de raiva. Mas não lhe disse nada. Porque, lá está: não gosto de me incompatibilizar com as pessoas. Sobretudo se tomam atitudes radicais como esta. Das tais que pedem uma rotura também ela radical. Se fosse na vida privada, cortava e afastava-me definitivamente. Sem necessidade de grandes confrontos. Sucede que, em ambiente de trabalho, é muito difícil gerir estas situações, se temos de continuar a relacionar-nos. Ou seja, a representar. Ora, para representar, não me é possível declarar diretamente alguém como um completo canalha. É esquisito. Não tem lógica. Portanto, malgrado a azia, no trabalho, há que ter “jogo de cintura e sambar”. Por fim, resta-me informar que, quando se trata de pessoas de quem realmente gosto, é possível incompatibilizar-me e discutir até à exaustão. Até que se encontre uma solução para o problema, sendo certo que um pedido de desculpa sincero também é bem aceite e tudo fica resolvido.

 

FALAR UM BOCADINHO DE AMOR


Cat2007

10.06.21

É preciso falar aqui um bocadinho de amor. Há quem não queira sentir. Naturalmente para não sofrer. Da perda. A perda do amor é, por excelência, o evento emocionalmente (campo dos afetos e imaginação) mais castrante que podemos experimentar. Ora, uma castração é, por definição, irreversível. Então, se uma perda nos castra, é certo que vamos ficar incompletos para sempre. Mesmo que consigamos uma prótese, não é naturalmente a mesma coisa. Cada ser amado é insubstituível. E, como sabemos, “os cemitérios estão cheios de insubstituíveis”. Portanto, há muita gente viva, a que ama e perde, que não consegue, porque não é possível, preencher os espaços negros que ficaram em branco no espírito.

No entanto, continuamos a viver. É que perder faz parte do processo da vida. Não é uma infelicidade que simplesmente acontece. Todos estamos destinados a perder. Felizmente mais do que uma vez na vida. Hoje ou mais tarde. Perdemos. Aliás, logo que, indubitavelmente por mérito próprio, ganhamos um amor, nós que vivemos com esta impune sensação de eternidade, antecipamos automaticamente que um dia a perda virá. Por isso é que, como referi, há quem não queira sentir amor. Claro que pode suceder que, ao invés, nos percam. A questão é que aqui, porque somos egoístas de essência, sentimos que já não é um problema exatamente nosso. É por isso que muito raramente pensamos nisso.

Na verdade, pensamos, antes sim, no momento da perda, em como vamos de viver para a frente do novo estado que nos afeta. A saudade - não as saudades. A saudade: um vazio. As recordações: a imaginação a colonizar o cérebro com imagens de mil momentos vividos. Creio que é aqui que é preciso chamar o cérebro à razão para que usemos devidamente o coração. Como sabemos, o coração tem um lugar próprio que serve, foi concebido, para acomodar, apaziguando, as emoções desta espécie tão particularmente dolorosa, as quais, naturalmente, continuaremos a sentir, mas de um modo menos caótico. Quer dizer, a perda jamais se perderá. E, no entanto, porque trabalhámos o processo de libertar os demais espaços do coração e, por consequência, da cabeça, é possível continuar a viver e ser feliz.

NÃO QUE PREFERISSE BRINCAR COM RAPAZES


Cat2007

28.05.21

 

Rumo a uma União da Igualdade | Portugal 2020

 

Quando era pequena, não preferia brincar com os rapazes. O que realmente gostava era das brincadeiras deles. Não queria ser um rapaz. Na verdade, o que tinha era pena de não ter muitas companheiras para brincar assim. Pelo menos, poderia ter uma irmã. Para ser como eu. Uma miúda que gostasse de liberdade. Mas não tive.

No entanto, ainda assim, no que diz respeito às brincadeiras, os meus irmãos não me distinguiam. Eu era como eles. A questão colocava-se lá fora.

Sob o controlo apertado das respetivas mães, as miúdas mal saiam de casa. A não ser para irem para casa das outras. Não tinha, pois, como disse, mais do que uma ou duas amigas. Talvez por isso, até hoje, não seja uma pessoa que goste de andar em grupos alargados.

Eu via bem que a minha mãe era substancialmente diferente. Uma mulher da liberdade. Sempre atenta às sensibilidades. Sempre a ver o que fazia as pessoas felizes, acreditando que a felicidade estava exatamente na possibilidade de cada um fazer as coisas de que gostava. Eu gostava de jogar à bola e de brincar com carrinhos, correr e subir árvores. Para ela estava muito bem.

Assim, se é verdade que as outras meninas acreditavam que não queriam nada comigo, é também certo que eu própria há muito as excluíra do meu contexto. Quanto aos rapazes com quem brincava, estes, embora me deixassem entrar no seu mundo, faziam questão de me lembrar que jamais deixaria de ser uma rapariga, logo inferior. Isto obrigou-me a correr mais, a jogar melhor, a subir mais alto, a arriscar mais e a distribuir chapadas para um lado e para outro. Tudo para me fazer respeitar.

Como se observa, não fui como, de resto, não sou poupada a uma certa solidão e ao stress. Difícil, muito difícil.

 

PENSAR MENOS NO TRABALHO


Cat2007

25.05.21

COVID-19: Recusar teletrabalho terá de ser feito por escrito

 

Todos temos de pensar menos no trabalho. Porque pensamos muito e não é preciso. A maioria dos pensamentos sobre trabalho incidem sobre realidades paralelas às tarefas em si. Já sabia disto, mas, desde que estou em teletrabalho, percebo empiricamente o fenómeno. Agora, que só penso naquilo que tenho de fazer, registo uma melhoria assinalável nas minhas condições psicológicas e emocionais. Além disso, e também por causa disso, trabalho melhor, em menos tempo, produzindo substancialmente mais. E, como já estou em casa, não levo assuntos de trabalho para casa. Ou seja, em minha casa deixaram de entrar a ditas questões paralelas.

Vejamos:

Por um lado, quem está em trabalho presencial leva a casa para o trabalho. Quando digo a casa, falo, por exemplo, das chatices ou das alegrias da vida pessoal. Grande parte das pessoas vai para o trabalho partilhar sobre as coisas da vida privada (não disse vida íntima, mas também pode suceder) e, se não fala disso, vai com o estado de espírito determinado por isso. É, aliás, por esta ordem de razões que muitas pessoas enchem o seu ambiente de trabalho, com fotografias dos seus mais queridos, plantas e flores, bem como uma série de objetos a pretender ser personalizados, como pesa-papéis, agrafadores, caixinhas, clips, etc. decorados com corações, abelhas e joaninhas, pistolas ou notas de dólar.

Em segundo lugar, há a velha e má intriga. Embora algumas pessoas criem intrigas para disfarçar a sua própria incompetência ou para serem promovidas ou as duas coisas, o certo a que, na maior parte das situações, os maiores geradores de intriga laboral são a invejazinha ou a simples embirração. Ou seja, intriga-se porque sim sem um objetivo útil.

Salvaguardadas as pessoas com é possível estabelecer uma amizade, a maioria das relações laborais originam um ambiente desagradável que cansa muito e dá cabo dos nervos, com efeitos diretos na produtividade.

 

O TEMPO QUE DURA O AMOR


Cat2007

21.05.21

Entenda as diferenças entre amor e paixão - Diferença

Estou convencida de que a paixão e o amor consubstanciam a mesma realidade afetiva. Assim existe apenas o amor. Já amei mais em três meses de infinitude do que em muito respeitáveis seis anos de vida em comum.

Por outro lado, não estou convencida que o tempo mantenha o amor. Mas, antes pelo contrário, creio que é o amor que determina o tempo. O tempo das relações. O quanto duram – isto sem embargo de muitas relações ficarem muito tempo para além do tempo em que amor que já se diluiu.

Quero partilhar o “Soneto da Fidelidade” de Vinícius de Moraes através das palavras de Alexandre O’ Neill: “Aquela coisa do amor a ser eterno enquanto durar só mesmo dum malandro de génio, que era o que era o Vinícius. Dava a impressão que ele fazia poesia para engatar, para ser imediatamente útil, o que é uma excelente maneira de fazer poesias. Os especialistas não gostam, dizem que se sacrifica muito ao anedótico, mas haverá coisa mais excitante do que conseguir engatar uma mulher com um soneto? Só mesmo os dois fingirem que foi por causa do soneto...

Eis o soneto:

“De tudo, ao meu amor serei atento antes
E com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa lhe dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure”.

 

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