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CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

SPM


Cat2007

10.02.16

 

Lá estão os dias negros outra vez. Chuva e frio. Eu estou com SPM agravado pelo estado do tempo. Assim, corre por aqui uma revolução hormonal difícil de suportar. É o SPM. Precisamente. Agravado, ainda por cima, como disse. Sofro um bocado com isto. E um bocado mais se estão dias de chuva. Isto é um estado de irritabilidade, um bocado de falta de ar, dificuldade de concentração e pernas meias a bambolear. Um inferno.

 

Hoje vou ao ginásio. Talvez melhore um bocado este estado. Embora bem saiba que a força vai estar pela metade. Quando era miúda não tinha problemas. Para já, o período só me apareceu aos quinze. E quando apareceu não me chateou nada. O SPM é um fenómeno mais tardio.

 

O que me está a dar vontade mesmo é de entrar na FNAC na parte dos discos. E deixar-me lá perdida à procura e a ouvir, uma vez encontrados, os discos de jazz que acabaram de sair. Também quero ir à música clássica. Há muita coisa que não tenho. E faz-me falta. Talvez deva comprar pop também. Só para me descongestionar em dias negros como este. Apetece-me chegar à caixa para ai com uns dez ou quinze discos na mão e pagar. Desejo verdadeiramente gastar dinheiro em música.

 

Livros nem tanto assim. Tenho muitos em casa que ainda não li. Por outro lado, não me tem surgido a vontade de ler não-técnicos. Uma vez que tenho que ler muitos técnicos. É tudo, portanto, muito natural.

 

Seja como for, vou comer chocolate preto. Faz bem nestas ocasiões. E dá prazer em todas. Agora parece que estou a ver as coisas um bocado amareladas. É pressão na cabeça sobre os olhos. Está a ser um dos piores SPM dos últimos tempos.

 

Ontem o cão pequeno tinha uma bola nova de rugby tamanho júnior. Ficou completamente obcecado. Ninguém se podia aproximar. Ou melhor, qualquer pessoa se podia aproximar, sucedia é que ele ficava muito transtornado e rosnava. Esteve assim envolvido com a bola até a furar. Não quis ir à rua. Não quis jantar. Nada até a bola furar. Quer dizer, o interesse manteve-se enquanto o objeto deu luta. Depois, foi o desprezo total.

 

Pensei no que se passou entre um cão e uma bola. Acontece muitas vezes nas relações entre as pessoas.

 

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