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CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

CARÊNCIA


Cat2007

14.11.16

 

Salvaguardados os mínimos de dignidade e conforto a que todo o ser humano legitimamente aspira, tudo o que as pessoas querem na vida é afeto. Mesmo que imaginem que só andam à procura de dinheiro ou de poder. É que com dinheiro ou poder (ou com as duas coisas) pode criar-se uma aparência para o próprio eu. De que se é amado. Em casa e na rua. Assim, as pessoas tornam-se demasiado ambiciosas. Porque são muito carentes.

 

É de assinalar que o grande problema das pessoas mais carentes, aquelas que procuram mais afeto, portanto as que mais buscam dinheiro e poder, é que não sabem dar afeto - é por esta razão que oferecem bens matérias ou jobs (for the boys and girls).

 

Vem a propósito falar de sexo. E a propósito de sexo, lembro um livro do Daniel Sampaio onde estava explanada, sob a forma de depoimento, a história dos afetos de um homem. Este homem, por hábito (que depois se transformou num vício) fazia muito sexo com parceiros diversos. Sobretudo em casas de banho públicas. Segundo o mesmo, o ato sexual, cada ato sexual, era um ato de amor. Era amor vivido infinitas vezes por cada uma das vezes que era praticado. Só uma pessoa extremamente carente vê e sente as coisas assim. Portanto, quanto mais viciado em sexo é um ser humano, mais carente ele se revela.

 

Mas hoje está a lua grande. Assim, é apropriado falar de amor. Amar é uma dependência. Amar é uma independência. Amar é uma dependência porque simplesmente não se concebe viver sem viver ao lado do ser amado. Se ele nos falta, ocorre como que uma ablação na alma. E é muito difícil viver com a alma incompleta. Nos casos mais graves pode-se morrer. Ou, nas situações quase tão graves, pode-se querer sinceramente morrer, o que deixa um ser humanos num estado semelhante a estar morto. Amar é uma independência apenas porque o ser humano fundido noutro ser vai para o mundo sem grandes necessidades. De afeto. Naturalmente.

AS CRÍTICAS


Cat2007

14.11.16

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Ainda este fim-de-semana fui criticada. Porque as coisas que eu escrevo não são compreensíveis. Um amontoado de palavras. Porque fujo dos assuntos. Porque não explico bem as coisas. Que não dá prazer ler os meus textos. Essas coisas. Tratava-se de uma senhora que queria saber como se faz mal amor e também como se faz bem amor. Coisa que eu não expliquei muito bem num post que escrevi. Porque não vinha a propósito. No entanto, era mais do que isso. Havia qualquer coisa, um sentimento de embirração da senhora em relação a mim que se sentia. E isto é que eu não compreendo. Pois se nem nos conhecemos.

 

Quando andava no secundário, acontecia-me isto. De haver raparigas que embirravam comigo. Só porque eu era um bocado diferente delas. Tinha boas notas e essas coisas e, ao mesmo tempo, era boa no desporto e essas coisas. Também me dava bem com toda a gente e essas coisas.

 

Desta vez foi só porque um amigo do FB resolveu partilhar o meu texto, tendo exprimido a sua admiração (creio que é isto) por ele. A senhora chegou a dizer que eu tenho a cabeça confusa ou qualquer coisa assim do género que queria dizer isto.

 

Em face do que antecede, verifica-se que eu não fui criticada. Mas, antes, alvejada. Pronto. É isto.

 

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