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CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

UMA QUESTÃO DE FEITIO


Cat2007

27.12.17

 

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Em artigos sobre o amor dignos de revistas femininas de grande tiragem é normal encontrar frases típicas como “o respeito é fundamental numa relação” ou “no amor é preciso confiar no outro”. Normalmente, uma pessoa lê um artigo destes e nada acontece. Ou, melhor, acontece o esquecimento. Com efeito, ninguém recorda o que não é possível interiorizar. Porque nada é explicado devidamente.

 

Só me vem à cabeça o conceito de individualidade. Sempre acreditei que o amor era um plus na vida de uma pessoa. Deste modo, a individualidade jamais se poderia esbater.  Aliás, não pode efetivamente, sob pena de a pessoa a quem uma coisa dessas suceda deixar de ser amada.

 

Porém, a questão essencial tem a ver com a harmonização da individualidade com a cedência. Pois como seria dito num daqueles artigos que acima referi “ no amor é preciso saber ceder”.

 

Mas ceder o quê e até que ponto? Por exemplo, as questões de feitio. Uma pessoa deve ceder, aceitando tudo o que é típico do feitio da outra? Acredito que no feitio, nos feitios, é que podem ser feitas todas as cedências. Porque é fácil alterar aspetos do mesmo. Só não o sendo para quem não está de boa vontade. Veja-se como é fácil alterar o feitio de um blazer, por exemplo. E, no entanto, é certo que ele não perde a cor, nem as mangas, nem aquela parte que envolve o tronco e eu não sei dizer o nome.

 

No entanto, a maior parte das pessoas confunde feitio com personalidade e, por causa disso, não quer alterar nada. Porque ninguém quer deixar de ser quem julga que é.

 

O NATAL JÁ PASSOU


Cat2007

27.12.17

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O Natal já passou mas continua tudo imbuído do respetivo espírito. Creio que é das férias ou, para quem não está de férias, pelo pouco trabalho que se vai fazendo. Acredito também que as pessoas estão na ressaca do contentamento por terem recebido alguns presentes e pelo facto de algumas se terem encontrado com pessoas de quem gostam e não costumam ver sempre. Depois, ainda vem ai a passagem de ano, pelo que a festa continua. Assim, anda tudo sorridente. Pelo menos é o que eu vejo nos ambientes que me envolvem.

 

 

O que eu quero dizer, no fundo, é que o espírito de Natal tem muitíssimo a ver com o que se recebe. Já em miúdos era assim. Eu cá gostava do Natal porque comia doces e tinha prendas. Eu e todas as crianças que conhecia. As questões do menino Jesus tinham tudo a ver com as figurinhas do presépio. Com a decoração, portanto.

 

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