Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

SE O AMOR EXISTE


Cat2007

25.08.21

Feche acima das ondas pequenas do mar com água azul clara sobre a praia  amarela da areia na costa ensolarada do verão. | Foto Premium

 

Se me dá dor, não faço. Nada. Mesmo que se diga, ou eu diga a mim própria, que é o melhor para mim. A dor é fácil de identificar. É como se uma agulha se espetasse no coração. Não faço nada que me agudize tal dor. Antes, faço tudo o que puder para que passe. No amor as pessoas não estão por conveniência ou hábito. Ou medo de ficarem sós. Mas apenas porque amam. Mesmo que tenham medo de amar e pequem pela falta da entrega total. Quando há amor. Claro que o amor pode apagar-se. De um lado, do outro ou dos dois. Mas um sinal de que não é assim é quando a sensação da tal agulha a espetar-se no coração aparece. Se as coisas andam mal. O amor consiste na lucidez das emoções que se sobrepõem. Aos ressentimentos. Aos fantasmas. Ao medo. E às fantasias. Ao orgulho e à imaturidade. As emoções sobre o amor sabem o que querem, e bem assim do que precisam. Não tomo as ditas decisões racionais. Porque normalmente são fundadas no orgulho e em algum calculismo estupido mal identificado. Na verdade, há muito que aprendi que, primeiro, é sempre necessário atender aos sentimentos. Aos próprios sentimentos. Só depois é que temos algo sobre o que pensar corretamente. Eu sei. Depois de me ouvir antes de pensar é que depois eu sei. Eu sei que, quando sinto amor, é melhor não fazer nada que o contrarie. Que me contrarie, portanto. Por causa da dor, como disse. E também porque muitas vezes não vejo a felicidade que existe. Mas, no entanto, a felicidade existe. Claro que uma pessoa pode estar ou ficar a amar sozinha. Mas isso não quer dizer nada contra tudo o que acabei de explicar-me. Se é que me expliquei bem...

 

REPRSENTAR É PRECISO


Cat2007

04.08.21

DICAS] BENEFÍCIOS DE DANÇAR SAMBA

 

Honestamente, não gosto de me incompatibilizar com as pessoas. Falo nisto porque hoje pensei que tal poderia suceder. Ponderei que determinada pessoa poderia assinar um trabalho feito por mim. É que já o fez uma vez no passado. Claro que, nessa altura, toda a gente veio a perceber que o trabalho não era dele. É que, depois, sucederam-se várias reuniões onde tudo ficou muito claro. De qualquer maneira, enchi-me de indignação e de raiva. Mas não lhe disse nada. Porque, lá está: não gosto de me incompatibilizar com as pessoas. Sobretudo se tomam atitudes radicais como esta. Das tais que pedem uma rotura também ela radical. Se fosse na vida privada, cortava e afastava-me definitivamente. Sem necessidade de grandes confrontos. Sucede que, em ambiente de trabalho, é muito difícil gerir estas situações, se temos de continuar a relacionar-nos. Ou seja, a representar. Ora, para representar, não me é possível declarar diretamente alguém como um completo canalha. É esquisito. Não tem lógica. Portanto, malgrado a azia, no trabalho, há que ter “jogo de cintura e sambar”. Por fim, resta-me informar que, quando se trata de pessoas de quem realmente gosto, é possível incompatibilizar-me e discutir até à exaustão. Até que se encontre uma solução para o problema, sendo certo que um pedido de desculpa sincero também é bem aceite e tudo fica resolvido.

 

stats

What I Am

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Em destaque no SAPO Blogs
pub