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CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

CAFÉ EXPRESSO

"A minha frase favorita é a minha quando me sai bem"

GOSTAR COMO RESPIRAR


Cat2007

18.07.18

 

 

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A autoestima, sendo, antes de mais nada, uma decorrência do instinto de sobrevivência, é sobretudo um reflexo das manifestações reiteradas de amor dos pais ou de quem os substitua. Neste contexto, a criança compreende que tem valor intrínseco, qualidades que justificam aquele afeto, e, deste modo, inicia e prossegue o seu processo de construção da autoestima.

 

Por outro lado, ninguém nos ensina o que é o amor. Nós gostamos de quem nos faz bem. É isto que dita o instinto de sobrevivência. Anote-se que a fragilidade das crianças determina a quantidade de afeto que elas sentem pelos pais. E nada disto tem a ver com a autoestima. 

 

Rejeitam-se, porque enganosas, frases como as seguintes: “Se eu não gostar de mim, quem gostará?”; “Se não gostas de ti, não gostas de ninguém”, e outras deste género.

 

Gostar é um ato tão natural como respirar.

 

AFETO


Cat2007

19.01.18

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Em vez de se esforçarem, as pessoas podiam só gostar umas das outras. Porque é isso que as outras pessoas procuram nas outras. Que gostem delas. As outras pessoas querem que as outras pessoas gostem delas. Pois. É verdade. É a busca de afeto que nos move a todos. Só que, no meio do caminho, as pessoas deixam de saber isto. E procuram promoções, automóveis e casas. São como beijos e abraços estas coisas para as pessoas.

OS TIPOS QUE DETESTO


Cat2007

04.01.18

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Tenho um amigo alemão que ignora as pessoas por quem não tem verdadeiro afeto. Também gostava de ser assim. Na verdade, as pessoas que não têm verdadeiro afeto por nós, se se aproximam muito é porque querem alguma coisa. Nem que seja só “despejar o saco”.

 

Eu, infelizmente, exponho-me um bocado a essas pessoas. Sendo certo que não faço o contrário. Ou seja, não peço nada a ninguém e muito menos vou falar de mim a quem quer que seja. Sou, portanto, uma criatura voluntariosa e um tanto parva. Claro que as pessoas que falam imenso delas próprias dizem muito pouca coisa que preste. Dizem muito pouco de si, na verdade. Talvez porque não conhecem da matéria. É tudo exterior. As pessoas que falam imenso de si, falam de si de fora para dentro. Vão ao mundo para se explicarem sem que previamente se permitam à síntese entre o interior e o exterior. É claro que se trata de um tipo de discurso que não interessa a ninguém. E a mim não interessa particularmente. A questão é que ofereço o corpo e a alma ao sofrimento. Como se devesse alguma coisa.

 

Temos que ser humanitários. Se calhar é esta frase que me impele a ficar a aturar. Não nos podemos esquecer que Jesus Cristo morreu na Cruz para nos salvar. Isto ouvi eu na igreja. E ouvi também que o Cristo foi morto por nós, devendo nós carregar tamanha culpa e andar para aí na vida a sofrer. É verdade que, resumidamente, a igreja incute-nos a ideia de que não estamos na vida para ser felizes.

 

Bom, mas uma vez definitivamente afastada da igreja, e não de Deus, volto ao que inicialmente estava a dizer. Sou dada a chatices. Permito que as pessoas me importunem. O que é muito mau. Para mim, sobretudo. Porque essencialmente me desgasto. No entanto, o pior destes processos nem é isto. O pior destes processos é que os respetivos responsáveis não dão o devido valor ao que fazem. Ou seja, não assumem uma consciência efetiva de que chateiam imensamente as suas vítimas. Aliás, nem vêm vítimas. Vislumbram, antes, amigos. E têm a distinta lata de imaginar que são gostados. Pois eu digo: sinto um desprezo profundo por todas as pessoas a quem este texto é dedicado.

 

TROCAS DE AFETOS


Cat2007

28.09.17

 

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Não gosto de trocas de afetos com qualquer um. Nem que me façam favores que eu não peço. Não me venham dar nada, por favor. Não costumo pedir favores. Nem quando é devido que o faça. Detesto que me toquem. Muito menos que me abracem. 

 

Mas há umas pessoas que se põem a fazer estas coisas e uma pessoa não tem como as impedir. Porque são umas intrusas profissionais. É aquela gente que quer provar a toda a gente que tem “um coração enorme”. Como que a quererem dar tudo a todos. Porque são seres humanos assim. Muito humanos. Ora, todos sabemos que quanto mais humano se é menos qualidades se tem. É da Bíblia.

 

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